{"id":637,"date":"2014-02-21T15:00:07","date_gmt":"2014-02-21T15:00:07","guid":{"rendered":"http:\/\/www.academiamaranhense.org.br\/inf_aml\/?p=637"},"modified":"2014-08-09T14:24:43","modified_gmt":"2014-08-09T14:24:43","slug":"a-o-gomes-de-castro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.academiamaranhense.org.br\/inf_aml\/a-o-gomes-de-castro\/","title":{"rendered":"Augusto Olympio Viveiros de Castro"},"content":{"rendered":"<div id=\"tab1\" class=\"info_tabs\">\n<h1>Biografia<\/h1>\n<p style=\"color: #385260;\" align=\"justify\">AUGUSTO OLYMPIO VIVEIROS DE CASTRO, filho do Senador Augusto Olympio Gomes de Castro e D. Ana Rosa de Viveiros de Castro, nasceu em 27 de agosto de 1867, na prov\u00edncia do Maranh\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"color: #385260;\" align=\"justify\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Formou-se em Ci\u00eancias Jur\u00eddicas e Sociais na Faculdade de Direito de Recife, recebendo o grau de Bacharel em 1888.<\/p>\n<p style=\"color: #385260;\" align=\"justify\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Logo depois de formado, foi nomeado Promotor P\u00fablico da comarca de Santa Maria Madalena, que exerceu por pouco tempo.<\/p>\n<p style=\"color: #385260;\" align=\"justify\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Regressando \u00e0 sua terra natal, dedicou-se \u00e0 advocacia, e foi nomeado em decreto de 7 de agosto de 1891, substituto do Juiz Seccional do Estado do Maranh\u00e3o, sendo exonerado a pedido, em decreto de 4 de agosto de 1894.<\/p>\n<p style=\"color: #385260;\" align=\"justify\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Transferindo sua resid\u00eancia para o Rio de Janeiro, foi nomeado, em decreto de 31 de dezembro de 1897, representante do Minist\u00e9rio P\u00fablico junto ao Tribunal de Contas, e Diretor do mesmo Instituto, cargo que corresponde atualmente ao de Ministro, em decreto de 14 de maio de 1901.<\/p>\n<p style=\"color: #385260;\" align=\"justify\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Em decreto de 27 de janeiro de 1915, foi nomeado Ministro do Supremo Tribunal Federal, preenchendo a vaga ocorrida com a aposentadoria concedida a Amaro Cavalcanti. Tomou posse em 3 de fevereiro seguinte.<\/p>\n<p style=\"color: #385260;\" align=\"justify\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Como Lente Catedr\u00e1tico da antiga Faculdade Livre de Direito do Rio de Janeiro, em 1907, lecionou as cadeiras de Direito Civil, Administrativo e Internacional.<\/p>\n<p style=\"color: #385260;\" align=\"justify\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Por ocasi\u00e3o da fus\u00e3o das duas Faculdades de Direito do Rio de Janeiro, solicitou exonera\u00e7\u00e3o do cargo de Lente, sendo-lhe conferido pela congrega\u00e7\u00e3o da nova Faculdade o t\u00edtulo de Professor Honor\u00e1rio.<\/p>\n<p style=\"color: #385260;\" align=\"justify\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Professor da Academia de Altos Estudos, realizou uma s\u00e9rie de confer\u00eancias sobre quest\u00f5es oper\u00e1rias e, no Instituto Hist\u00f3rico e Geogr\u00e1fico, de que era s\u00f3cio, fez um curso sobre a Hist\u00f3ria Tribut\u00e1ria do Brasil.<\/p>\n<p style=\"color: #385260;\" align=\"justify\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Foi o substituto de Pedro Lessa na Liga de Defesa Nacional.<\/p>\n<p style=\"color: #385260;\" align=\"justify\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Dotado de grande intelig\u00eancia e cultura, publicou v\u00e1rias obras de real valor sobre direito administrativo e impostos: \u201cResponsabilidade criminal dos hipnotizados\u201d (<em>Revista de Legisla\u00e7\u00e3o, Doutrina e Jurisprud\u00eancia<\/em>, 1894);\u00a0<em>Delitos contra a honra da mulher: adult\u00e9rio, defloramento, estupro, a sedu\u00e7\u00e3o no Direito Civil\u00a0<\/em>(1897);\u00a0<em>O Contrabando\u00a0<\/em>(1899);\u00a0<em>Tratado dos Impostos\u00a0<\/em>(2 edi\u00e7\u00f5es, 1901, 1910); \u201cA Jurisdi\u00e7\u00e3o contenciosa do Tribunal de Contas\u201d (<em>Revista de Legisla\u00e7\u00e3o, Doutrina e Jurisprud\u00eancia<\/em>, 1904);\u00a0<em>O Ex\u00edlio de Gon\u00e7alves Dias\u00a0<\/em>(1904);\u00a0<em>Tratado de Direito Administrativo e Ci\u00eancia da Administra\u00e7\u00e3o\u00a0<\/em>(3 edi\u00e7\u00f5es, 1906, 1912 e 1914);\u00a0<em>Cat\u00e1logo dos Jornais, revistas e outras publica\u00e7\u00f5es peri\u00f3dicas do Maranh\u00e3o de 1821 a 1908<\/em>(1908); \u201cNatureza Jur\u00eddica das Taxas\u201d (<em>RF\u00a0<\/em>12\/8, 1909);\u00a0<em>De 1\u2019 expropriation \u00e0 cause de 1\u2019 utilit\u00e9 publique<\/em>(Bruxelas, 1910);\u00a0<em>Devoirs, droits e responsabilit\u00e9 des fonctionaires publiques\u00a0<\/em>(Bruxelas, 1910);\u00a0<em>Tratado de Ci\u00eancia da Administra\u00e7\u00e3o e Direito Administrativo\u00a0<\/em>(1912); \u201cO Estatuto dos Funcion\u00e1rios P\u00fablicos\u201d (<em>RF<\/em>17\/93, 1912);\u00a0<em>A Nova Escola Penal\u00a0<\/em>(1913); \u201cA diverg\u00eancia tripartida do funcionalismo p\u00fablico\u201d (<em>RF\u00a0<\/em>20\/93, 1913);\u00a0<em>Tratado de Ci\u00eancia da Administra\u00e7\u00e3o e Direito Administrativo\u00a0<\/em>(1914);\u00a0<em>Estudos de Direito P\u00fablico<\/em>(1914);\u00a0<em>Direito P\u00fablico e Constitucional\u00a0<\/em>(1914); \u201cManifesta\u00e7\u00e3o do sentimento constitucional do Brasil \u2014 Reino\u201d (<em>Rev. IHGB<\/em>, parte 3\u00aa, 1914); \u201cManifesta\u00e7\u00e3o do sentimento constitucional do Brasil \u2013 Reino. A convoca\u00e7\u00e3o de uma Constituinte pelo Dec. de 3 de junho de 1822. Os deputados brasileiros nas Cortes de Lisb\u00f4a.\u201d (1916 \u2014 1\u00ba Congresso de Hist\u00f3ria);\u00a0<em>A convoca\u00e7\u00e3o da Constituinte de 1822\u00a0<\/em>(1914);\u00a0<em>A Quest\u00e3o Social\u00a0<\/em>(1920);\u00a0<em>Curso de Direito Internacional Privado\u00a0<\/em>(1920); \u201cO Fico\u201d (<em>Rev. IHGB<\/em>, 1922);\u00a0<em>Os Franciscanos no Maranh\u00e3o\u00a0<\/em>(1923); \u201cHist\u00f3ria Tribut\u00e1ria do Brasil\u201d (<em>Rev. IHGB<\/em>);\u00a0<em>A Independ\u00eancia no Maranh\u00e3o<\/em>; \u201cCongresso Jur\u00eddico \u2014 Sec\u00e7\u00e3o de Direito Industrial e Legisla\u00e7\u00e3o Oper\u00e1ria\u201d (<em>Revista Forense<\/em>, 1924); \u201cAc\u00f3rd\u00e3os e votos comentados\u201d (<em>Revista do Supremo Tribunal<\/em>,\u00a0 1925);<\/p>\n<p style=\"color: #385260;\" align=\"justify\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Faleceu em 14 de abril de 1927, na capital do Estado de S\u00e3o Paulo; seu corpo transportado para a cidade do Rio de Janeiro, foi sepultado no Cemit\u00e9rio de S\u00e3o Jo\u00e3o Batista.<\/p>\n<p style=\"color: #385260;\" align=\"justify\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Em homenagem \u00e0 sua mem\u00f3ria, foi dado o nome de \u201cMinistro Viveiros de Castro\u201d a uma rua do bairro de Copacabana, no Rio de Janeiro.<\/p>\n<p style=\"color: #385260;\" align=\"justify\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 O centen\u00e1rio de seu nascimento foi comemorado em sess\u00e3o de 30 de agosto de 1967, falando pelo Supremo Tribunal Federal o Ministro Aliomar Baleeiro, pela Procuradoria-Geral da Rep\u00fablica, o Prof. Haroldo Vallad\u00e3o e pelos advogados, o Dr. Gutemberg Lima Rodrigues.<\/p>\n<\/div>\n<div id=\"tab2\" class=\"info_tabs\">\n<h1>Bibliografia<\/h1>\n<p>Em Desenvolvimento&#8230;<\/p>\n<\/div>\n<div id=\"tab3\" class=\"info_tabs\">\n<h1>Discursos de Poss\u00ea<\/h1>\n<p>Em Desenvolvimento&#8230;<\/p>\n<\/div>\n<div id=\"tab4\" class=\"info_tabs\">\n<h1>Textos Escolhidos<\/h1>\n<p>Em Desenvolvimento&#8230;<\/p>\n<\/div>\n<div id=\"tab5\" class=\"info_tabs\">\n<h1>Iconografia<\/h1>\n<p>Em Desenvolvimento&#8230;<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Biografia AUGUSTO OLYMPIO VIVEIROS DE CASTRO, filho do Senador Augusto Olympio Gomes de Castro e D. Ana Rosa de Viveiros de Castro, nasceu em 27 de agosto de 1867, na prov\u00edncia do Maranh\u00e3o. \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Formou-se em Ci\u00eancias Jur\u00eddicas e Sociais na Faculdade de Direito de Recife, recebendo o grau de Bacharel em 1888. \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Logo [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":682,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[4],"tags":[22],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.academiamaranhense.org.br\/inf_aml\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/637"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.academiamaranhense.org.br\/inf_aml\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.academiamaranhense.org.br\/inf_aml\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.academiamaranhense.org.br\/inf_aml\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.academiamaranhense.org.br\/inf_aml\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=637"}],"version-history":[{"count":6,"href":"https:\/\/www.academiamaranhense.org.br\/inf_aml\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/637\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":782,"href":"https:\/\/www.academiamaranhense.org.br\/inf_aml\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/637\/revisions\/782"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.academiamaranhense.org.br\/inf_aml\/wp-json\/wp\/v2\/media\/682"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.academiamaranhense.org.br\/inf_aml\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=637"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.academiamaranhense.org.br\/inf_aml\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=637"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.academiamaranhense.org.br\/inf_aml\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=637"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}