{"id":600,"date":"2014-03-11T14:52:05","date_gmt":"2014-03-11T14:52:05","guid":{"rendered":"http:\/\/www.academiamaranhense.org.br\/inf_aml\/?p=600"},"modified":"2014-08-09T11:37:03","modified_gmt":"2014-08-09T11:37:03","slug":"maranhao-sobrinho-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.academiamaranhense.org.br\/inf_aml\/maranhao-sobrinho-2\/","title":{"rendered":"Maranh\u00e3o Sobrinho"},"content":{"rendered":"<div id=\"tab1\" class=\"info_tabs\">\n<h1>Biografia<\/h1>\n<p style=\"color: #000000;\">Jos\u00e9 Am\u00e9rico Augusto Ol\u00edmpio Cavalcanti dos Albuquerques Maranh\u00e3o Sobrinho (Barra do Corda, 25 de dezembro de 1879 \u2014 Manaus, 25 de dezembro de 1915) foi um escritor e jornalista brasileiro, fundador da Academia Maranhense de Letras.<\/p>\n<p>Bo\u00eamio not\u00f3rio e de vida inteiramente desregrada, Maranh\u00e3o Sobrinho &#8220;foi o mais consider\u00e1vel poeta do seu tempo, no extremo Norte, e o simbolista ortodoxo, o satanista por excel\u00eancia do movimento naquela regi\u00e3o&#8221;, segundo o cr\u00edtico Andrade Murici.<\/p>\n<p>Criado em Barra do Corda, no interior do Maranh\u00e3o, conta-se que quando crian\u00e7a era irrequieto, brincalh\u00e3o e levado mesmo da breca, no dizer dos seus contempor\u00e2neos. Frequentou irregularmente os primeiros estudos no conceituado col\u00e9gio do Dr. Isaac Martins, educador de excepcionais qualidades, ardoroso propagandista republicano e abolicionista.<\/p>\n<p>Em 15 de agosto de 1899, com o aux\u00edlio paterno, embarcou para S\u00e3o Lu\u00eds, onde no ano seguinte funda a &#8220;Oficina dos Novos&#8221; e matricula-se com o nome de Jos\u00e9 Maranh\u00e3o Sobrinho na antiga Escola Normal, em 1901, tendo para isso obtido a ajuda de uma pequena bolsa de estudo, naqueles tempos denominada pens\u00e3o. Por motivo de se haver indisposto com alguns professores, em seguida abandonava o curso normal e, sem emprego, aos poucos entregou-se \u00e0 vida bo\u00eamia.<\/p>\n<p>Em 1903, impressionados com a vida bo\u00eamia que levava em S\u00e3o Lu\u00eds, alguns amigos mais dedicados o embarcaram, quase \u00e0 for\u00e7a, para Bel\u00e9m do Par\u00e1, na esperan\u00e7a de que ali mudasse de procedimento, trabalhasse e arranjasse meios de publicar seus livros.<\/p>\n<p>Na capital paraense, colocou-se no jornal Not\u00edcias e passou a colaborar na tradicional Folha do Norte. Bem depressa, tornou-se popular nas rodas bo\u00eamias e nos meios intelectuais. Colaborou tamb\u00e9m em jornais e outras publica\u00e7\u00f5es de S\u00e3o Lu\u00eds e de v\u00e1rios Estados, incluindo-se entre estas a Revista do Norte, de Ant\u00f4nio L\u00f4bo e Alfredo Teixeira.<\/p>\n<p>Em 1908 funda Academia Maranhense de Letras, unido \u00e0 pl\u00eaiade de escritores e poetas locais. Nisso transfere-se para a Amaz\u00f4nia onde, residindo em Manaus, passa a colaborar com a imprensa local e torna-se membro fundador da Academia Amazonense de Letras.<\/p>\n<p>Sua vida sempre foi bo\u00eamia e desregrada, escrevendo seus versos em bares, mesas de botequim ou qualquer amibiente em que predominasse \u00e1lcool, pap\u00e9l e tinta. Despreocupado pela sorte dos seus poemas, publicou seus livros em p\u00e9ssimas edi\u00e7\u00f5es sem capricho ou conserva\u00e7\u00e3o, aos cuidados de amigos e admiradores, deixando esparsa grande parte do que escreveu em jornais, revistas e folhas de cadernos de venda.<\/p>\n<p>Novamente muda-se mas para Bel\u00e9m, onde conhece o poeta Carlos D. Fernandes, que havia sido amigo de Cruz e Sousa e pertencera ao grupo da revista Rosa-Cruz. Dois anos depois, de retorno a Manaus, l\u00e1 fixa-se como funcion\u00e1rio p\u00fablico do Estado, onde vem a falecer no dia do seu anivers\u00e1rio em plena noite de natal, no dia 25 de dezembro de 1915, com apenas 36 anos de idade.<\/p>\n<p>Em Barra da Corda, o seu nome \u00e9 lembrado oficialmente em uma \u00fanica pra\u00e7a e pela Academia Barra-Cordense de Letras.<\/p>\n<\/div>\n<div id=\"tab2\" class=\"info_tabs\">\n<h1>Bibliografia<\/h1>\n<ul>\n<li>1908 &#8211; Pap\u00e9is Velhos\u2026 Ro\u00eddos pela Tra\u00e7a do S\u00edmbolo<\/li>\n<li>1909 &#8211; Estatuetas<\/li>\n<li>1911 &#8211; Vit\u00f3rias-R\u00e9gias<\/li>\n<\/ul>\n<\/div>\n<div id=\"tab3\" class=\"info_tabs\">\n<h1>Discursos de Poss\u00ea<\/h1>\n<p>Em Desenvolvimento&#8230;<\/p>\n<\/div>\n<div id=\"tab4\" class=\"info_tabs\">\n<h1>Textos Escolhidos<\/h1>\n<p>Em Desenvolvimento&#8230;<\/p>\n<\/div>\n<div id=\"tab5\" class=\"info_tabs\">\n<h1>Iconografia<\/h1>\n<p>Em Desenvolvimento&#8230;<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Biografia Jos\u00e9 Am\u00e9rico Augusto Ol\u00edmpio Cavalcanti dos Albuquerques Maranh\u00e3o Sobrinho (Barra do Corda, 25 de dezembro de 1879 \u2014 Manaus, 25 de dezembro de 1915) foi um escritor e jornalista brasileiro, fundador da Academia Maranhense de Letras. 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