{"id":572,"date":"2014-03-25T14:41:59","date_gmt":"2014-03-25T14:41:59","guid":{"rendered":"http:\/\/www.academiamaranhense.org.br\/inf_aml\/?p=572"},"modified":"2019-02-06T13:21:31","modified_gmt":"2019-02-06T16:21:31","slug":"gentil-braga","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.academiamaranhense.org.br\/inf_aml\/gentil-braga\/","title":{"rendered":"GENTIL HOMEM DE ALMEIDA BRAGA"},"content":{"rendered":"<div id=\"tab1\" class=\"info_tabs\">\n<h1>Biografia<\/h1>\n<p style=\"color: #000000;\"><em>Gentil<\/em> Homem de Almeida <em>Braga<\/em> nasceu em S\u00e3o Lu\u00eds do Maranh\u00e3o, a 25 dias de mar\u00e7o de 1835, falecendo na mesma terra em que nasceu, a 25 de julho de 1876. Era filho de Ant\u00f4nio Joaquim Braga e Maria Afra de Almeida Braga. Bacharelou-se em Direito pela Academia de Olinda, tendo exercido, muito mo\u00e7o ainda, a elevada fun\u00e7\u00e3o de secret\u00e1rio do Governo da Prov\u00edncia do Rio Grande do Norte. Regressando ao Maranh\u00e3o, exerceu o Minist\u00e9rio P\u00fablico nas comarcas de Cod\u00f3 e Caxias e a judicatura na de Guimar\u00e3es. Tornou-se famoso pelos folhetins que escreveu num estilo mordente e lou\u00e7\u00e3o, numa prosa agrad\u00e1vel de ler, levemente pontilhada de humorismo, e nos quais fixou aspectos pitorescos da vida da cidade, criticando costumes e fatos quotidianos com olho penetrante e justo de cronista que excelia no g\u00eanero. Assinava-os com o pseud\u00f4nimo de Fl\u00e1vio Reimar. Al\u00e9m de poeta e tradutor, era escritor elegante, e deu provas de saber jur\u00eddico, estampando, na <em>Ordem e Progresso,<\/em> uma s\u00e9rie de artigos sobre a neutralidade em tempo de guerra, a prop\u00f3sito da entrada, no porto do Maranh\u00e3o, do cors\u00e1rio Sweter, durante a guerra dos Estados Unidos. Colaborou ativamente no <em>Seman\u00e1rio Maranhense, A Coali\u00e7\u00e3o, Ordem e Progresso, Publicador Maranhense <\/em>e<em> O Liberal.<\/em><\/p>\n<\/div>\n<div id=\"tab2\" class=\"info_tabs\">\n<h1>Bibliografia<\/h1>\n<ol>\n<li><em>Um presidente e uma assembleia.<\/em> Maranh\u00e3o, 1862. 130 p. <em>in<\/em> 8\u00ba. Artigos de pol\u00edtica.<\/li>\n<li><em>Tr\u00eas liras,<\/em> Em colabora\u00e7\u00e3o com Trajano Galv\u00e3o e Ant\u00f4nio Marques Rodrigues. Maranh\u00e3o, 1863. 176 p. <em>in<\/em> 4\u00ba.<\/li>\n<li><em>Um ex-diplomata encadernado.<\/em> Protesto contra o livro do Senhor Conselheiro Paranhos. S\u00e3o Lu\u00eds, 1865. 59 p. <em>in<\/em> 4\u00ba. Publicado com o pseud\u00f4nimo de Fl\u00e1vio Reimar.<\/li>\n<li><em>Clara Verbena,<\/em> poema em dois cantos. Rio de Janeiro: Tip. Perseveran\u00e7a, 1866. 77 p. in 8\u00ba. Fl\u00e1vio Reimar.<\/li>\n<li><em>A casca da caneleira<\/em>. (Steeple-chase). Romance [escrito em colabora\u00e7\u00e3o] por uma d\u00fazia de esperan\u00e7as. S\u00e3o Lu\u00eds do Maranh\u00e3o: Tip. de B. de Matos, 1866. 92 p.<\/li>\n<li>Elo\u00e1 \u2013 Mist\u00e9rio. Tradu\u00e7\u00e3o do poema de A. Vigny. S\u00e3o Lu\u00eds do Maranh\u00e3o: Tip. de B. de Matos, 1869. 88 p. <em>in<\/em> 8\u00ba.<\/li>\n<li><em>Entre o c\u00e9u a terra:<\/em> Reminisc\u00eancias, fantasias, contos e pontos e tra\u00e7os e meias-tintas. S\u00e3o Lu\u00eds: 1869. 301 p. <em>in<\/em> 8\u00ba.<\/li>\n<li><em>Sonidos<\/em>. Cole\u00e7\u00e3o de poesias. Maranh\u00e3o, s.d.<\/li>\n<li><em>Tanhauser<\/em>. Trad. de Henri Heine. Maranh\u00e3o.<\/li>\n<li><em>O Oriente<\/em>. Trad. de Lord Byron &#8211; Maranh\u00e3o.<\/li>\n<li><em>V\u00e9sper.<\/em> de A. de Musset &#8211; Maranh\u00e3o.<\/li>\n<li>Poema de Longfellow. In\u00e9dito.<\/li>\n<li><em>Parnaso maranhense.<\/em> Cole\u00e7\u00e3o de poesias (colaborador). Maranh\u00e3o: Tip. do Progresso. Impresso por B. de Matos, 1861. p. 128 a 140.<\/li>\n<\/ol>\n<p>Al\u00e9m desses trabalhos, conta-se um n\u00famero consider\u00e1vel de folhetins insertos no <em>Publicador Maranhense<\/em> e no <em>Seman\u00e1rio Maranhense<\/em> e artigos de doutrina pol\u00edtica, <em>in Coali\u00e7\u00e3o <\/em>e<em> Ordem e Progresso.<\/em><\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Biografia Gentil Homem de Almeida Braga nasceu em S\u00e3o Lu\u00eds do Maranh\u00e3o, a 25 dias de mar\u00e7o de 1835, falecendo na mesma terra em que nasceu, a 25 de julho de 1876. Era filho de Ant\u00f4nio Joaquim Braga e Maria Afra de Almeida Braga. 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