{"id":567,"date":"2014-03-27T14:40:50","date_gmt":"2014-03-27T14:40:50","guid":{"rendered":"http:\/\/www.academiamaranhense.org.br\/inf_aml\/?p=567"},"modified":"2018-10-18T23:48:50","modified_gmt":"2018-10-19T02:48:50","slug":"celso-magalhaes-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.academiamaranhense.org.br\/inf_aml\/celso-magalhaes-2\/","title":{"rendered":"Celso Magalh\u00e3es"},"content":{"rendered":"<div id=\"tab1\" class=\"info_tabs\">\n<h1>Biografia<\/h1>\n<p class=\"ultimas\" style=\"color: #303f50; text-align: left;\"><em>Celso<\/em> da Cunha <em>Magalh\u00e3es<\/em> nasceu na fazenda Descanso, no hoje munic\u00edpio de Penalva, a 11 de novembro de 1849 e faleceu em S\u00e3o Lu\u00eds, a 9 de junho de 1879. Eram seus pais o tenente-coronel Jos\u00e9 Mariano da Cunha e Maria Quit\u00e9ria de Magalh\u00e3es Cunha. Estudou primeiras letras na sua cidadezinha natal que ele evocaria saudosamente nos versos. Passou-se em seguida a S\u00e3o Lu\u00eds e depois ao Recife, onde cursou a Faculdade de Direito, tendo colado grau em Ci\u00eancias Sociais e Jur\u00eddicas, ao termo de um curso brilhante. Estudante no Recife, participou de v\u00e1rios movimentos de renova\u00e7\u00e3o liter\u00e1ria e cultural. Teve, marginalmente, na sua \u00e9poca, os olhos abertos para os estudos do folclore como ci\u00eancia. E acad\u00eamico ainda, mas de pensamento maduro e alicer\u00e7ada cultura human\u00edstica, publicou no Recife e em S\u00e3o Lu\u00eds um magistral ensaio sobre a nossa poesia popular. Regressando formado, foi nomeado por Gomes de Castro promotor p\u00fablico da Capital, sendo demitido pelo Bar\u00e3o de Graja\u00fa, por haver denunciado a esposa deste titular do Imp\u00e9rio, acusada da morte de dois escravos. Celso era de uma inteireza moral rara em nossos dias, como bem patenteia a sua posi\u00e7\u00e3o no ruidoso caso judici\u00e1rio em que p\u00f4s o dever acima das conveni\u00eancias. Incursionou superiormente por diversos caminhos liter\u00e1rios: o teatro, a poesia, o romance e o ensaio, a cr\u00edtica liter\u00e1ria, o folclore. Colaborou ativamente nos jornais <em>Seman\u00e1rio<\/em> <em>Maranhense<\/em>, <em>O Pa\u00eds, O Tempo,<\/em> de S\u00e3o Lu\u00eds, e, em Recife, nas folhas<em> Jornal do Recife, Correio Pernambucano, O Trabalho <\/em>e<em> Oiteiro Acad\u00eamico.<\/em><\/p>\n<\/div>\n<div id=\"tab2\" class=\"info_tabs\">\n<h1>Bibliografia<\/h1>\n<ol>\n<li><em>Ela por ela<\/em>, novela publicada no <em>O Pa\u00eds.<\/em> Maranh\u00e3o, 1870.<\/li>\n<li><em>Versos<\/em>. Maranh\u00e3o: Tip. B. de Matos, 1870.<\/li>\n<li><em>Um estudo de temperamento, <\/em>romance naturalista. Publicado na <em>Revista Brasileira<\/em>, ano 3, tomo IX, p. 91-114, 183-93, 267-85, 339-64, 445-63, e tomo X, p. 81-97, 175-88, 257-73, 345-58, 431-45. Foi conclu\u00edda a publica\u00e7\u00e3o no <em>O Pa\u00eds.<\/em> Maranh\u00e3o, 1870.<\/li>\n<li><em>Pelo correio,<\/em> Publicada em folhetim no <em>Di\u00e1rio do Maranh\u00e3o,<\/em> 1873.<\/li>\n<li>Pr\u00f3logo do drama em 5 atos <em>O Evangelho e o Silabus<\/em>, de Rangel de S. Paio. Maranh\u00e3o, 1873.<\/li>\n<li><em>A poesia popular brasileira,<\/em> estudo publicado no <em>O Trabalho,<\/em> de Recife em 1873 e no <em>O Domingo,<\/em> jornalzinho de Artur Azevedo (ns. 16, 20, 21, 23, 27, 29, 31, 32, respectivamente). xxxx<\/li>\n<li>Cr\u00f4nicas Teatrais, publicadas sob o pseud\u00f4nimo de Giacomo de Mortorello no <em>Jornal do Recife<\/em> e no <em>O Pa\u00eds.<\/em><\/li>\n<li>O Processo Valadares, tentativa dram\u00e1tica, 1873. Publicada uma parte na revista <em>Ateneida<\/em>, n\u00ba 1. S\u00e3o Lu\u00eds, Maranh\u00e3o, 1912.<\/li>\n<li>O Padre Estanislau, drama. Perderam-se os manuscritos.<\/li>\n<li>O Habeas-Corpus. Perderam-se os manuscritos.<\/li>\n<\/ol>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Biografia Celso da Cunha Magalh\u00e3es nasceu na fazenda Descanso, no hoje munic\u00edpio de Penalva, a 11 de novembro de 1849 e faleceu em S\u00e3o Lu\u00eds, a 9 de junho de 1879. Eram seus pais o tenente-coronel Jos\u00e9 Mariano da Cunha e Maria Quit\u00e9ria de Magalh\u00e3es Cunha. 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