{"id":563,"date":"2014-03-29T14:39:55","date_gmt":"2014-03-29T14:39:55","guid":{"rendered":"http:\/\/www.academiamaranhense.org.br\/inf_aml\/?p=563"},"modified":"2018-10-18T23:46:44","modified_gmt":"2018-10-19T02:46:44","slug":"artur-azevedo-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.academiamaranhense.org.br\/inf_aml\/artur-azevedo-2\/","title":{"rendered":"Artur Azevedo"},"content":{"rendered":"<div id=\"tab1\" class=\"info_tabs\">\n<h1>Biografia<\/h1>\n<p style=\"color: #000000;\"><em>Artur<\/em> Nabantino Gon\u00e7alves de <em>Azevedo<\/em> nasceu em S\u00e3o Lu\u00eds, a 7 de julho de 1855, e faleceu no Rio de Janeiro, a 22 de outubro de 1908. Dramaturgo, contista, poeta, jornalista e cr\u00edtico teatral, \u00e9 uma das figuras mais expressivas da literatura nacional em todos os tempos, e a s\u00f3 invoca\u00e7\u00e3o de seu nome dispensa maiores adjetiva\u00e7\u00f5es e coment\u00e1rios, que nada poderiam acrescer a seu m\u00e9rito e renome. Foi funcion\u00e1rio p\u00fablico estadual, no Maranh\u00e3o, e federal, no Rio de Janeiro, chegando ao alto cargo de diretor-geral da Contabilidade do Minist\u00e9rio da Via\u00e7\u00e3o. Fundou, na Academia Brasileira de Letras, a Cadeira que tem Martins Pena por patrono e, por sua vez, \u00e9 patrono, tamb\u00e9m, da de n\u00ba 26 da Academia Paulista, fundada por Oliveira Ribeiro Neto.<\/p>\n<\/div>\n<div id=\"tab2\" class=\"info_tabs\">\n<h1>Bibliografia<\/h1>\n<ol>\n<li><em>Fernando, o enjeitado,<\/em> com\u00e9dia. S\u00e3o Lu\u00eds, 1869.<\/li>\n<li><em>Carapu\u00e7as<\/em>, poesia sat\u00edrica. S\u00e3o Lu\u00eds, 1871.<\/li>\n<li><em>Amor por anexins<\/em>, com\u00e9dia em 1 ato. S\u00e3o Lu\u00eds, 1872.<\/li>\n<li><em>Uma v\u00e9spera de reis,<\/em> com\u00e9dia-opereta em 1 ato; m\u00fasica de Francisco Col\u00e1s. Salvador, 1875.<\/li>\n<li><em>A pele do lobo,<\/em> com\u00e9dia em 1 ato. Rio de Janeiro, 1875.<\/li>\n<li><em>Kellar e Fagundes,<\/em> entreato c\u00f4mico. Rio de Janeiro, 1875.<\/li>\n<li><em>A filha de Maria Angu,<\/em> opereta em 3 atos; m\u00fasica de Lecocq. Rio de Janeiro, 1876.<\/li>\n<li><em>Casadinha de fresco,<\/em> opereta em 3 ato; m\u00fasica de Lecocq. Rio de Janeiro, 1876.<\/li>\n<li><em>Horas de humor,<\/em> poesia sat\u00edrica, I e II. Rio de Janeiro, 1876.<\/li>\n<li><em>O Dia de Finados,<\/em> poesia sat\u00edrica. Rio de Janeiro, 1877.<\/li>\n<li><em>Abel, Helena,<\/em> opereta em 3 atos; m\u00fasica de Offenbach. Rio de Janeiro, 1877.<\/li>\n<li><em>Jerusal\u00e9m libertada,<\/em> drama em 4 atos de M. Francis. Rio de Janeiro, 1877.<\/li>\n<li><em>A joia,<\/em> com\u00e9dia em versos em 3 atos. Rio de Janeiro, 1879.<\/li>\n<li><em>A Camargo,<\/em> \u00f3pera em 3 atos, de Albert Vanloo e Eugene Leterrier. Rio de Janeiro, 1879.<\/li>\n<li><em>Niniche<\/em>, com\u00e9dia em 3 atos, de Alfred Hannequin e A. Millaud. Rio de Janeiro, 1879.<\/li>\n<li><em>Nhonh\u00f4<\/em>, com\u00e9dia em 3 atos, de Emil Naje e A. Hannequin. Rio de Janeiro, 1879.<\/li>\n<li><em>Os doidos,<\/em> com\u00e9dia em 3 atos, com Alu\u00edsio Azevedo. Rio de Janeiro, 1879.<\/li>\n<li><em>A princesa dos cajueiros,<\/em> opereta em 1 pr\u00f3logo e 2 atos; m\u00fasica de S\u00e1 de Noronha. Rio de Janeiro, 1880.<\/li>\n<li><em>Os noivos<\/em>, opereta, em 3 atos; m\u00fasica de S\u00e1 de Noronha. Rio de Janeiro, 1880.<\/li>\n<li><em>O pimpolho,<\/em> com\u00e9dia em 3 atos, de Henrique Crisaf\u00falie e Victor Bernard. Rio de Janeiro, 1881.<\/li>\n<li><em>A mulher do papa<\/em>, com\u00e9dia em 3 atos, de A. Hannequin e A Millaud. Rio de Janeiro, 1881.<\/li>\n<li><em>O Liberato,<\/em> com\u00e9dia em 1 ato. Rio de Janeiro, 1881.<\/li>\n<li><em>Fatinitza,<\/em> \u00f3pera c\u00f4mica em 3 atos, traduzida com E. Garrido. Rio de Janeiro, 1881.<\/li>\n<li><em>O anjo da vingan\u00e7a,<\/em> com\u00e9dia em 3 atos, com Urbano Duarte. Rio de Janeiro, 1882.<\/li>\n<li><em>A arquiduquesa,<\/em> \u00f3pera burlesca, traduzida com E. Garrido. Rio de Janeiro, 1882.<\/li>\n<li><em>Um cavaleiro particular,<\/em> com\u00e9dia em 1 ato. Rio de Janeiro, 1882.<\/li>\n<li><em>O dia e a noite,<\/em> \u00f3pera burlesca em 3 atos, de A. Vanloo e E. Leterrier. Rio de Janeiro, 1882.<\/li>\n<li><em>A mascote na ro\u00e7a,<\/em> com\u00e9dia em 1 ato. Rio de Janeiro, 1882.<\/li>\n<li><em>Casa de orates,<\/em> com\u00e9dia em 3 atos, com Alu\u00edsio Azevedo. Rio de Janeiro, 1882.<\/li>\n<li><em>A flor de lis,<\/em> opereta em 3 atos, com Alu\u00edsio Azevedo; m\u00fasica de S\u00e1 de Noronha. Rio de Janeiro, 1882.<\/li>\n<li><em>O Duquinha,<\/em> Rio de Janeiro, 1883.<\/li>\n<li><em>Gillet de Narbonne,<\/em> \u00f3pera c\u00f4mica em 3 atos, de Henri Chivot e Alfred Doru. Rio de Janeiro, 1883.<\/li>\n<li><em>Os salteadores,<\/em> \u00f3pera burlesca em 3 atos, de Henri Meillac e Ludovic Hallevy. Rio de Janeiro, 1884.<\/li>\n<li><em>Uma noite em claro,<\/em> com\u00e9dia em 1 ato. Rio de Janeiro, 1884.<\/li>\n<li><em>O escravocrata,<\/em> drama em 3 atos, com Urbano Duarte. Rio de Janeiro, 1884.<\/li>\n<li><em>O mandarim,<\/em> revista em 1 pr\u00f3logo e 3 atos. Rio de Janeiro, 1884.<\/li>\n<li><em>O Gr\u00e3o-Galeoto, <\/em>par\u00f3dia em 2 atos. Rio de Janeiro, 1885.<\/li>\n<li><em>Cocota<\/em>, revista em 3 atos; m\u00fasica de Carlos Cavalier, com Moreira Sampaio. Rio de Janeiro, 1885.<\/li>\n<li><em>O alfacinha,<\/em> cena c\u00f4mica em verso. Rio de Janeiro, 1886.<\/li>\n<li><em>A fam\u00edlia Simas,<\/em> cena c\u00f4mica em verso. Rio de Janeiro, 1886.<\/li>\n<li><em>O conselheiro,<\/em> cena c\u00f4mica em verso. Rio de Janeiro, 1886.<\/li>\n<li><em>A terra das maravilhas,<\/em> cena c\u00f4mica em verso, com E. Garrido e Ribeiro Silva. Rio de Janeiro, 1886.<\/li>\n<li><em>O bilontra,<\/em> revista em 1 pr\u00f3logo e 3 atos, com Moreira Sampaio. Rio de Janeiro, 1886.<\/li>\n<li><em>A donzela Teodora,<\/em> opereta em 3 atos; m\u00fasica de Abdon Milanez. Rio de Janeiro, 1886.<\/li>\n<li><em>O carioca,<\/em> revista em 1 pr\u00f3logo e 3 atos, com Moreira Sampaio. Rio de Janeiro, 1886.<\/li>\n<li><em>A can\u00e7\u00e3o do Fort\u00fanio,<\/em> \u00f3pera c\u00f4mica em 1 atos, de Hector Cremieux e Ludovic Hallevy. Rio de Janeiro, 1886.<\/li>\n<li><em>Merc\u00fario,<\/em> revista em 1 pr\u00f3logo e 3 atos, com Moreira Sampaio. Rio de Janeiro, 1887.<\/li>\n<li><em>O Bar\u00e3o de Pitua\u00e7u,<\/em> com\u00e9dia. Rio de Janeiro, 1887.<\/li>\n<li><em>A almanjarra,<\/em> com\u00e9dia em 2 atos. Rio de Janeiro, 1888.<\/li>\n<li><em>E metam-se&#8230;,<\/em> com\u00e9dia em 1 ato. Rio de Janeiro, 1888.<\/li>\n<li><em>O homem,<\/em> com\u00e9dia em 3 atos, com Moreira Sampaio. Rio de Janeiro, 1888.<\/li>\n<li><em>Contos poss\u00edveis,<\/em> prosa e verso. Rio de Janeiro: Garnier, 1889.<\/li>\n<li><em>Fritzmac<\/em>, revista em 1 pr\u00f3logo e 3 atos, com Alu\u00edsio Azevedo; m\u00fasica de Leoc\u00e1dio Raiol. Rio de Janeiro, 1889.<\/li>\n<li><em>Rep\u00fablica<\/em>, revista em 1 pr\u00f3logo e 3 atos, com Alu\u00edzio Azevedo. Rio de Janeiro, 1889.<\/li>\n<li><em>Esganarelo,<\/em> tradu\u00e7\u00e3o de <em>Le cocu imaginaire,<\/em> de Moli\u00e8re. Rio de Janeiro, 1889.<\/li>\n<li><em>Falka<\/em>, \u00f3pera burlesca em 3 atos, de E. Leterrier e A. Vanloo. Rio de Janeiro, 1891.<\/li>\n<li><em>Viagem ao Parnaso,<\/em> revista em 3 atos. Rio de Janeiro, 1891.<\/li>\n<li><em>A guardadora de gansos,<\/em> opereta em 3 atos, de E. Leterrier e A. Vanloo. Rio de Janeiro, 1891.<\/li>\n<li><em>O tribofe,<\/em> revista em 3 atos; m\u00fasica de Assis Pacheco. Rio de janeiro, 1892.<\/li>\n<li><em>Contos fora da moda<\/em>. Rio de Janeiro: Garnier, 1893.<\/li>\n<li><em>Entre o vermute e a sopa<\/em>, com\u00e9dia. Rio de Janeiro, 1895.<\/li>\n<li><em>O major,<\/em> revista em 1 pr\u00f3logo e 3 atos. Rio de Janeiro, 1895.<\/li>\n<li><em>Revela\u00e7\u00e3o de um segredo,<\/em> mon\u00f3logo. Rio de Janeiro, 1895.<\/li>\n<li><em>A princesa colombiana,<\/em> \u00f3pera c\u00f4mica em 3 atos, de M. Ordonneau e A. Andr\u00e9. Rio de Janeiro, 1895.<\/li>\n<li><em>A cigarra e a formiga,<\/em> \u00f3pera c\u00f4mica em 3 atos, de A, Doru e H. Chivot; com Moreira Sampaio. Rio de Janeiro, 1986.<\/li>\n<li><em>A fantasia,<\/em> revista em 1 pr\u00f3logo e 2 atos; m\u00fasica de Assis Pacheco. Rio de Janeiro, 1896.<\/li>\n<li><em>Contos ef\u00eameros.<\/em> Rio: Garnier, 1897.<\/li>\n<li><em>A capital federal,<\/em> revista em 3 atos; m\u00fasica de Nicolino Milano, Assis Pacheco e Lu\u00eds Moreira. Rio de Janeiro, 1897.<\/li>\n<li><em>Amor ao pelo,<\/em> par\u00f3dia ao poema Pelo Amor, de Coelho Neto. Rio de Janeiro, 1897.<\/li>\n<li><em>O Tulipa,<\/em> com Moreira Sampaio; tradu\u00e7\u00e3o do <em>Fanfan<\/em>, de Paul Ferrier e Jules Prevel. Rio de Janeiro, 1897.<\/li>\n<li><em>A escola dos maridos,<\/em> com\u00e9dia em 3 atos, de Moli\u00e8re. Rio de Janeiro, 1897.<\/li>\n<li><em>O badejo,<\/em> com\u00e9dia em verso, em 3 atos. Rio de Janeiro, 1898.<\/li>\n<li><em>Confid\u00eancias<\/em>, di\u00e1logo. Rio de Janeiro, 1898.<\/li>\n<li><em>O<\/em> <em>jagun\u00e7o<\/em>, revista em 3 atos. Rio de Janeiro, 1898.<\/li>\n<li><em>O herdeiro do trono<\/em>, com Orlando Teixeira, opereta de A. Hannequin e A. Valabreque. Rio de Janeiro, 1898.<\/li>\n<li><em>Gavroche,<\/em> revista em 3 atos; m\u00fasica de Nicolino Milano. Rio de Janeiro, 1899.<\/li>\n<li><em>A vi\u00fava Clark,<\/em> burleta em 3 atos. Rio de Janeiro, 1900.<\/li>\n<li><em>Uma consulta<\/em>, com\u00e9dia em 1 ato. Rio de Janeiro, 1901.<\/li>\n<li><em>O retrato a \u00f3leo,<\/em> com\u00e9dia em 3 atos. Rio de Janeiro, 1902.<\/li>\n<li><em>Comeu<\/em>, revista c\u00f4mica em 3 atos; m\u00fasica de Abdon Milanez. Rio de Janeiro, 1902.<\/li>\n<li><em>Mambembe<\/em>, burleta em 3 atos, com Jos\u00e9 Piza. Rio de Janeiro, 1904.<\/li>\n<li><em>A fonte de Cast\u00e1lia<\/em>, fantasia em 3 atos. Rio de Janeiro, 1904.<\/li>\n<li><em>Guanabarina<\/em>, revista em 1 pr\u00f3logo, 2 atos e 3 apoteoses, com Gast\u00e3o Bousquet. Rio de Janeiro, 1906.<\/li>\n<li><em>Pisca-pisca,<\/em> mon\u00f3logo. Rio de Janeiro, 1907.<\/li>\n<li><em>Por um fio,<\/em> mon\u00f3logo. Rio de Janeiro, 1907.<\/li>\n<li><em>As visitas,<\/em> mon\u00f3logo. Rio de Janeiro, 1907.<\/li>\n<li><em>As festas<\/em>, mon\u00f3logo. Rio de Janeiro, 1907.<\/li>\n<li><em>Os interm\u00e9dios,<\/em> mon\u00f3logo. Rio de Janeiro, 1907.<\/li>\n<li><em>A Exposi\u00e7\u00e3o Portuguesa,<\/em> mon\u00f3logo. Rio de Janeiro, 1907.<\/li>\n<li><em>O coi\u00f3,<\/em> mon\u00f3logo. Rio de Janeiro, 1907.<\/li>\n<li><em>Fui ver o Sarcey,<\/em> mon\u00f3logo. Rio de Janeiro, 1907.<\/li>\n<li><em>Vagabundo,<\/em> mon\u00f3logo. Rio de Janeiro, 1907.<\/li>\n<li><em>O dote,<\/em> com\u00e9dia em 3 atos, com que se inaugurou o Teatro Municipal. Rio de Janeiro, 1907.<\/li>\n<li><em>O or\u00e1culo,<\/em> com\u00e9dia em 1 ato. Rio de Janeiro, 1907.<\/li>\n<li><em>Entre a missa e o almo\u00e7o,<\/em> entreato c\u00f4mico. Rio de Janeiro, 1907.<\/li>\n<li><em>Vida e morte,<\/em> com\u00e9dia em 3 atos. Rio de Janeiro, 1908.<\/li>\n<li><em>O genro de muitas sogras,<\/em> com\u00e9dia em 3 atos, com Moreira Sampaio. Rio de Janeiro, 1908.<\/li>\n<li><em>O galo de ouro,<\/em> \u00f3pera c\u00f4mica, com Azeredo Coutinho; tradu\u00e7\u00e3o de M. Ordonneau (em 3 atos). Rio de Janeiro: s. d.<\/li>\n<li><em>Contos em verso,<\/em> edi\u00e7\u00e3o da Ac. Brasileira. Rio de Janeiro, 1909.<\/li>\n<li><em>Rimas de Artur Azevedo<\/em>, por Xavier Pinheiro. Rio de Janeiro, 1909.<\/li>\n<li><em>A vi\u00fava alegre,<\/em> opereta em 3 atos, de H. Meil1ac, V. Leon e Lu Stein. Rio de Janeiro, 1910.<\/li>\n<li><em>Contos cariocas,<\/em> edi\u00e7\u00e3o da Ac. Brasileira. Rio de Janeiro, 1928.<\/li>\n<li><em>Vida alheia,<\/em> Rio de Janeiro, 1928.<\/li>\n<li><em>Sonetos e pe\u00e7as l\u00edricas. <\/em>Rio de Janeiro: Garnier, s. d.<\/li>\n<\/ol>\n<p>Ainda para o teatro, sua especialidade, deixou in\u00e9ditas: <em>As duas princesas<\/em>, zarzuela; <em>O cord\u00e3o<\/em>, burleta; <em>Um filho a pulso,<\/em> vaudeville; <em>O rapto da bela Helena,<\/em> trag\u00e9dia; <em>Os tr\u00eas botic\u00e1rios;<\/em> <em>Os meninos da Candinha; Peri; A pele do diabo; Espiritismo; Aim\u00e9e <\/em>(com Urbano Duarte), com\u00e9dia; <em>Das 8 \u00e0s 10;<\/em> <em>O fuzileiro apaixonado; O guarda Albano; Oh, chuva!; Para a casa do Sant\u00edssimo <\/em>e <em>Pepe<\/em>, can\u00e7onetas; <em>Pum<\/em> (com E. Garrido); <em>Nova viagem \u00e0 Lua<\/em> (com Francisco Severo); <em>Her\u00f3i \u00e0 for\u00e7a;<\/em> <em>Violeta e seus bonecos; O califa da Rua do Sab\u00e3o; Joanico; A vivandeira; O Liceu Policarpo; O lago azul <\/em>e<em> O pr\u00edncipe Top\u00e1zio<\/em>, opereta; <em>O c\u00e3o do regimento; Uma causa c\u00e9lebre; As cebolas de Agapito; A filha do veterano; A guardadora de perus; A menina do telefone; Marina; N\u00e3o entres!; Os netos da Lua<\/em> (com F. Severo); <em>O para\u00edso; O pr\u00edncipe da Bulg\u00e1ria; Uma<\/em> <em>senhora ilustrada; Tal qual como l\u00e1; Tot\u00f3; <\/em>Vade retro<em>, Satan\u00e1s!; O doutor; A doutor; A cruz do alcaide; Campignol; Trocas e baldrocas; Por um triz;<\/em> <em>Coronel<\/em> e <em>Befana,<\/em> teatro v\u00e1rio.<\/p>\n<\/div>\n<p>E, mais, teatro traduzido: <em>Os carvoeiros,<\/em> opereta de Th. Gille; <em>A torre de Nesle,<\/em> drama de A. Dumas e F. Gaillardt (com Azeredo Coutinho); <em>A consci\u00eancia dos filhos,<\/em> com\u00e9dia de G. Devore; <em>Rip,<\/em> opereta de H. Meillac, Th. Gille e H. Earnie; <em>O<\/em> <em>Cristo<\/em>, drama sacro de Charles Grand-Mougin; <em>O ovo,<\/em> opereta de A. Vanloo e W. Busnach; <em>As p\u00edlulas de H\u00e9rcules<\/em>, com\u00e9dia de P. Billard e M. Hannequin; <em>Quase<\/em>, vaudeville de P. Gavault e G. Berr; <em>Ressurrei\u00e7\u00e3o<\/em>, com\u00e9dia de Bataille; <em>Surcouf<\/em>, opereta de Chivot e Doru; <em>A filha do fogo, <\/em>opereta; <em>Primeiras proezas de Richelieu,<\/em> com\u00e9dia com Artur Barreiros; <em>As mulheres do mercado,<\/em> drama; <em>As duas irm\u00e3s,<\/em> drama; <em>A p\u00e9rola negra<\/em>, drama; <em>O capad\u00f3cio,<\/em> par\u00f3dia burlesca; <em>O trovador; As<\/em> <em>sobrecasacas<\/em>, farsa; <em>O rei das areias de ouro, <\/em>drama; <em>O anjo do mal<\/em>, drama; <em>M\u00e1scaras de bronze, <\/em>drama; <em>O Duque de Gob<\/em>, com A. Barreiros, e <em>Sogro e genro.<\/em><\/p>\n<p>Por fim, anote-se que dois de seus trabalhos, pelo menos, foram traduzidos: <em>Amor por anexins,<\/em> para o esperanto, por Couto Fernandes e <em>O dote,<\/em> para o italiano.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Biografia Artur Nabantino Gon\u00e7alves de Azevedo nasceu em S\u00e3o Lu\u00eds, a 7 de julho de 1855, e faleceu no Rio de Janeiro, a 22 de outubro de 1908. Dramaturgo, contista, poeta, jornalista e cr\u00edtico teatral, \u00e9 uma das figuras mais expressivas da literatura nacional em todos os tempos, e a s\u00f3 invoca\u00e7\u00e3o de seu nome [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":648,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[4],"tags":[18],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.academiamaranhense.org.br\/inf_aml\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/563"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.academiamaranhense.org.br\/inf_aml\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.academiamaranhense.org.br\/inf_aml\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.academiamaranhense.org.br\/inf_aml\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.academiamaranhense.org.br\/inf_aml\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=563"}],"version-history":[{"count":6,"href":"https:\/\/www.academiamaranhense.org.br\/inf_aml\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/563\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2785,"href":"https:\/\/www.academiamaranhense.org.br\/inf_aml\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/563\/revisions\/2785"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.academiamaranhense.org.br\/inf_aml\/wp-json\/wp\/v2\/media\/648"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.academiamaranhense.org.br\/inf_aml\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=563"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.academiamaranhense.org.br\/inf_aml\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=563"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.academiamaranhense.org.br\/inf_aml\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=563"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}