{"id":464,"date":"2014-03-30T10:37:54","date_gmt":"2014-03-30T10:37:54","guid":{"rendered":"http:\/\/www.academiamaranhense.org.br\/inf_aml\/?p=464"},"modified":"2018-10-18T23:45:43","modified_gmt":"2018-10-19T02:45:43","slug":"domingos-quadros-barbosa-alvares","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.academiamaranhense.org.br\/inf_aml\/domingos-quadros-barbosa-alvares\/","title":{"rendered":"Domingos Quadros Barbosa \u00c1lvares"},"content":{"rendered":"<div id=\"tab1\" class=\"info_tabs\">\n<h1>Biografia<\/h1>\n<p><em>Domingos<\/em> Quadros <em>Barbosa<\/em> \u00c1lvares nasceu na cidade de S\u00e3o Bento, a 28 de novembro de 1880, e faleceu no Rio de Janeiro, a 26 de dezembro de 1946. Dirigiu a Imprensa Oficial do Estado em tr\u00eas ocasi\u00f5es: 1908, 1912 e 1913, foi secret\u00e1rio-geral do Estado, no Governo Benedito Leite (1906-1910). Essencialmente prosador, firmou seu nome liter\u00e1rio como contista, havendo publicado tr\u00eas livros de contos no relativamente curto espa\u00e7o temporal que vai de 1908 a 1911. Orador de grandes recursos, representou o povo maranhense na C\u00e2mara dos Deputados, havendo desempenhado o mandato de deputado federal nas legislaturas: 1921-1923, 1924-1926, 1927-1929 e 1929-1930. Jornalista, colaborou em diversos \u00f3rg\u00e3os da imprensa maranhense, entre os quais o jornal <em>Pacotilha<\/em>, <em>Revista do Norte<\/em> e <em>Atenas<\/em>.<\/p>\n<\/div>\n<div id=\"tab2\" class=\"info_tabs\">\n<h1>Bibliografia<\/h1>\n<ol>\n<li>Gon\u00e7alves Dias, <em>in Polianteia<\/em>. S\u00e3o Lu\u00eds, 1904, p. 27.<\/li>\n<li><em>Mosaicos<\/em>, contos. Maranh\u00e3o: Tip. Teixeira, 1908, 129 p.<\/li>\n<li>As Cruzadas, confer\u00eancia. Maranh\u00e3o: Imp. Oficial, 1909, 19 p.<\/li>\n<li><em>O domin\u00f3 vermelho,<\/em> Maranh\u00e3o: L. Carvalho &amp; C., 1909, 111 p.<\/li>\n<li><em>Silhuetas<\/em>. Maranh\u00e3o: Imp. Oficial. 1911, 102 p.<\/li>\n<li><em>Contos da minha terra.<\/em> Maranh\u00e3o, Imp. Oficial, 1911, 231 p.<\/li>\n<li>A Tocantina. Rio de Janeiro: Imp. Nacional, 1923, 8 p.<\/li>\n<li>O Muro Maranhense, <em>in Folha do Norte. <\/em>Bel\u00e9m, mar\u00e7o de 1934.<\/li>\n<li>A Vida de Alu\u00edsio Azevedo, <em>in Jornal do Com\u00e9rcio<\/em> Rio de Janeiro, ed. de 11-4-1937.<\/li>\n<li>Os Irm\u00e3os Azevedo (Artur, Alu\u00edsio e Am\u00e9rico), <em>in<\/em> <em>Confer\u00eancias<\/em>. Rio de Janeiro, F. Briguiet &amp; Cia., 1939.<\/li>\n<\/ol>\n<p>Devem-se mencionar ainda discursos v\u00e1rios, poesias, relat\u00f3rios apresentados ao Governo, quando secret\u00e1rio-geral, etc.<\/p>\n<p>Deixou in\u00e9ditos: Os Tipos E\u00e7anianos; Henriques Leal, a Sua Vida e Sua Obra; A Esmo, cr\u00f4nicas; O Lucas Sampaio, e Sinh\u00e1 Limeira, romances; e Jardim Zool\u00f3gico, fabul\u00e1rio.<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Biografia Domingos Quadros Barbosa \u00c1lvares nasceu na cidade de S\u00e3o Bento, a 28 de novembro de 1880, e faleceu no Rio de Janeiro, a 26 de dezembro de 1946. Dirigiu a Imprensa Oficial do Estado em tr\u00eas ocasi\u00f5es: 1908, 1912 e 1913, foi secret\u00e1rio-geral do Estado, no Governo Benedito Leite (1906-1910). Essencialmente prosador, firmou seu [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":465,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[6,61],"tags":[17],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.academiamaranhense.org.br\/inf_aml\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/464"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.academiamaranhense.org.br\/inf_aml\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.academiamaranhense.org.br\/inf_aml\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.academiamaranhense.org.br\/inf_aml\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.academiamaranhense.org.br\/inf_aml\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=464"}],"version-history":[{"count":5,"href":"https:\/\/www.academiamaranhense.org.br\/inf_aml\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/464\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2783,"href":"https:\/\/www.academiamaranhense.org.br\/inf_aml\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/464\/revisions\/2783"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.academiamaranhense.org.br\/inf_aml\/wp-json\/wp\/v2\/media\/465"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.academiamaranhense.org.br\/inf_aml\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=464"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.academiamaranhense.org.br\/inf_aml\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=464"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.academiamaranhense.org.br\/inf_aml\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=464"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}