{"id":402,"date":"2014-03-07T11:51:46","date_gmt":"2014-03-07T14:51:46","guid":{"rendered":"http:\/\/www.academiamaranhense.org.br\/inf_aml\/?p=402"},"modified":"2018-01-08T22:21:26","modified_gmt":"2018-01-09T01:21:26","slug":"jose-de-jesus-louzeiro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.academiamaranhense.org.br\/inf_aml\/jose-de-jesus-louzeiro\/","title":{"rendered":"Jos\u00e9 de Jesus Louzeiro"},"content":{"rendered":"<div id=\"tab1\" class=\"info_tabs\">\n<h1>Biografia<\/h1>\n<p>Nasceu em S\u00e3o Lu\u00eds, a 19 de setembro de 1932. Filhos de Raymunda Souza Ara\u00fajo Louzeiro e Aproniano Louzeiro. Aos 16 anos, ainda estudante, come\u00e7ou a trabalhar em jornais da capital maranhense, nas fun\u00e7\u00f5es de revisor e rep\u00f3rter.<\/p>\n<p>Mudou-se em 1954 para o Rio de Janeiro, passando, no ano seguinte, a trabalhar nestes \u00f3rg\u00e3os de imprensa: copides que dos jornais <em>Di\u00e1rio Carioca, \u00daltima Hora, Correio da Manh\u00e3, Luta Democr\u00e1tica, Jornal dos Sports, O Globo <\/em>e da revista <em>PN (Publicidade &amp; Neg\u00f3cios), <\/em>sendo, ainda, secret\u00e1rio gr\u00e1fico e subsecret\u00e1rio de reda\u00e7\u00e3o do <em>Correio da Manh\u00e3.<\/em><\/p>\n<p>De 1964 a 1968 foi editor fotogr\u00e1fico da <em>Enciclop\u00e9dia Barsa; <\/em>de 1969 <em>a 1971 <\/em>dirigiu a circula\u00e7\u00e3o do <em>Jornal do Escritor, <\/em>\u00f3rg\u00e3o decisivo para a funda\u00e7\u00e3o do sindicato da classe no Rio de Janeiro, o primeiro a ser criado no Brasil. Nesse mesmo per\u00edodo regeu, como professor contratado, as cadeiras de Editora\u00e7\u00e3o e T\u00e9cnicas Gr\u00e1ficas da Escola de Comunica\u00e7\u00e3o da UFRJ.<\/p>\n<p>Viveu em S\u00e3o Paulo de 1972 a 1975, per\u00edodo em que exerceu as fun\u00e7\u00f5es de copidesque da <em>Folha de S. Paulo, <\/em>secret\u00e1rio do <em>Di\u00e1rio do Grande ABC <\/em>e editor dos Di\u00e1rios Associados <em>(Di\u00e1rio da Noite <\/em>e <em>Di\u00e1rio de S\u00e3o Paulo).<\/em><\/p>\n<p>De volta ao Rio de Janeiro em 1975, escreveu reportagens para a <em>\u00daltima Hora, <\/em>jornal de que a seguir foi redator e secret\u00e1rio de reda\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>De sua vast\u00edssima produ\u00e7\u00e3o como jornalista e escritor, constam artigos, reportagens, verbetes e outros textos para: <em>Suplemento Dominical do Jornal do Brasil, Caderno do Livro do Jornal do Brasil; <\/em>suplemento liter\u00e1rio de <em>O Globo; Correio da Manh\u00e3; Di\u00e1rio Carioca; Di\u00e1rio de Not\u00edcias <\/em>(de Lisboa); <em>Jornal de Letras; Revista da Semana; Revista Nacional <\/em>e ainda as revistas <em>Eu Sei Tudo, Leitura, Mundo Ilustrado, Vida Infantil, Planeta, Manchete, Fatos &amp; Fotos, Ele &amp; Ela, Panorama <\/em>(do M\u00e9xico), <em>Enciclop\u00e9dia Delta-Larousse; <\/em>guias tur\u00edsticos da Editora Abril; <em>Livro de cabeceira do homem <\/em>etc.<\/p>\n<p>Presidente do Sindicato dos Escritores do Rio de Janeiro (1984-87), membro do Conselho Nacional do Direito Autoral (1985-86), do Conselho Superior de Censura (1987) e do Conselho de Direitos Humanos e Liberdade de Express\u00e3o da ABI (1987). Agraciado com a Medalha do M\u00e9rito Timbira.<\/p>\n<\/div>\n<div id=\"tab2\" class=\"info_tabs\">\n<h1>Bibliografia<\/h1>\n<p>a) conto: <em>Depois da luta. <\/em>Rio de Janeiro: Sim\u00f5es, 1958 (2.ed., Record, 1980); <em>Judas arrependido. <\/em>Rio: Jos\u00e9 \u00c1lvaro Editor, 1968 (2.ed., Record, 1980).<\/p>\n<p>b) novela: Acusado <em>de homic\u00eddio.\u00a0 <\/em>Rio de Janeiro: S\u00e1vio Antunes, 1960 (2.ed., Record, 1983); <em>Inimigos mortais. <\/em>Rio de Janeiro: Cedibra,\u00a0 1976; <em>Moedas de sangue. <\/em>Rio de Janeiro: Cedibra, 1976; <em>O internato da morte. <\/em>Rio de Janeiro: Cedibra, 1976; <em>O estrangulador da Lapa. <\/em>Rio de Janeiro: Cedibra, 1976 (2.ed., Record, 1981, incluindo <em>Inimigos mortais, Moedas de sangue <\/em>e <em>O internato da morte}; Sociedade secreta. <\/em>Rio de Janeiro: Cedibra, 1976 (2.ed., Record, 1981).<\/p>\n<p>c) romance: <em>L\u00facio Fl\u00e1uio, o passageiro da agonia. <\/em>Rio de Janeiro: Civiliza\u00e7\u00e3o, 1975 (9. ed., Nova Fronteira,\u00a0 1985; ed. especial do C\u00edrculo do Livro,\u00a0 1986); <em>Aracelli, meu amor. <\/em>Rio de Janeiro: Civiliza\u00e7\u00e3o, 1976 (6. ed., Global,\u00a0 1988); <em>Inf\u00e2ncia dos mortos. <\/em>Rio de Janeiro: Record, 1977 (5.ed., Global, 1987; ed. especiais em Grandes Sucessos, da Abril Cultural,\u00a0 1984, e do C\u00edrculo do Livro, 1986); <em>O estranho h\u00e1bito de viver. <\/em>Rio de Janeiro: Record, 1978 (ed. esp. do C\u00edrculo do Livro, 1984); <em>Em carne viva. <\/em>Rio de Janeiro: Record, 1980 (Clube do Livro, 1988); 20\u00b0 <em>axioma. <\/em>Rio de Janeiro: Record, 1980; M-20. Rio de Janeiro: Record,\u00a0 1981;\u00a0 <em>O ver\u00e3o dos perseguidos. <\/em>Rio de Janeiro: Record, 1983 (C\u00edrculo do Livro, 1988); <em>Devotos do \u00f3dio; <\/em>uma profecia camponesa. S\u00e3o Paulo: Global, 1987 (C\u00edrculo do Livro, 1988); <em>Ritinha Temporal. <\/em>Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1991; <em>Mito em chamas; <\/em>a lenda do justiceiro M\u00e3o Branca. S\u00e3o Paulo: 1997.<\/p>\n<p>d) literatura juvenil: <em>A gang do beijo. <\/em>Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1984 (ed. do Clube do Livro, 1986; 2. ed. para o mercado, Rio de Janeiro: Ediouro, 1996); <em>O bezerro de ouro. <\/em>Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1984 (ed. do Clube do Livro, 1986; 2. ed. para o mercado, Rio de Janeiro: Ediouro, 1997); <em>Pra\u00e7a das dores. <\/em>Rio de Janeiro: Salamandra (6. ed.,\u00a0 1994); <em>Beija-flor: o amigo especial. <\/em>Rio de Janeiro: Agir, 1995 (2.ed., 1997); <em>JK: o otimismo em pessoa. <\/em>Rio de Janeiro: Ediouro, 1996; <em>Villa-Lobos: o aprendiz de feiticeiro. <\/em>Rio de Janeiro: Ediouro, 1997.<\/p>\n<p>e) diversos: Assim <em>marcha a fam\u00edlia <\/em>(reportagens, em colabora\u00e7\u00e3o com diversos). Rio de Janeiro: Civiliza\u00e7\u00e3o, 1965; <em>Andr\u00e9 Rebou\u00e7as <\/em>(estudo biogr\u00e1fico). Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1968; Os <em>amores da pantera <\/em>(argumento cinematogr\u00e1fico). Rio de Janeiro: Nosso Tempo,\u00a0 1977 (2. ed., Record,\u00a0 1983); <em>Parceiros da aventura <\/em>(roteiro cinematogr\u00e1fico). Rio de Janeiro: Record, 1979; <em>O pil\u00e3o da madrugada <\/em>(depoimento de Neiva Moreira a Jos\u00e9 Louzeiro).\u00a0 Rio de Janeiro: Terceiro Mundo, 1989; <em>Pixote, a lei do mais fraco. <\/em>Rio de Janeiro: Civiliza\u00e7\u00e3o, 1993; <em>Elza Soares: cantando para n\u00e3o enlouquecer. <\/em>S\u00e3o Paulo: Globo, 1997 (com a colabora\u00e7\u00e3o de Lenin Novaes).<\/p>\n<p><em>A inf\u00e2ncia dos mortos <\/em>est\u00e1 traduzido para o espanhol e o franc\u00eas, e <em>L\u00facio Fl\u00e1vio, o passageiro da agonia, <\/em>para o espanhol.<\/p>\n<p>A obra de Jos\u00e9 Louzeiro compreende, ainda:<\/p>\n<p>1. cinema: Os <em>amores da pantera, <\/em>dire\u00e7\u00e3o de Jece Valad\u00e3o; <em>L\u00facio Fl\u00e1vio, o passageiro da agonia, <\/em>dir. de Hector Babenco; <em>Amor bandido, <\/em>dir. de Bruno Barreto (baseado em <em>O estranho h\u00e1bito de viver); Pixote, a lei do mais fraco, <\/em>dir. de Hector Babenco (baseado em <em>Inf\u00e2ncia dos mortos); Fruto do amor, <\/em>dir. de Milton Alencar Jr., e <em>Parceiros da aventura, <\/em>dir. de Jos\u00e9 Medeiros. JL escreveu, ainda, estes argumentos e roteiros cinematogr\u00e1ficos: O <em>escolhido de lemanj\u00e1 <\/em>(com Jorge Dur\u00e1n); <em>O caso Cl\u00e1udia <\/em>(com Miguel Borges e Val\u00e9rio Meinel); <em>O sequestro <\/em>(com Val\u00e9rio Meinel); <em>O \u00faltimo v\u00f4o do condor <\/em>(com Em\u00edlio Fontana e Ant\u00f4nio Carlos Fon); <em>Escalada da viol\u00eancia; Estranhas rela\u00e7\u00f5es; O sedutor fora de s\u00e9rie; Amor maldito; O desejo da mulher amada; Noite <\/em>(com Gilberto Louzeiro), <em>O homem da capa preta <\/em>(com S\u00e9rgio Rezende e Tairone Feitosa).<\/p>\n<p>2. teatro: <em>O dia da ca\u00e7a <\/em>(baseado em <em>Inimigos mortais); O \u00faltimo dia de Aracelli <\/em>(texto de Marc\u00edlio Moraes, baseado em <em>Aracelli, meu amor) <\/em>e <em>Inf\u00e2ncia dos mortos <\/em>(textos de Jos\u00e9 Facuri e do grupo <em>A gang do beijo, <\/em>com base no romance hom\u00f4nimo).<\/p>\n<p>3. telenovela: Corpo Santo (TV Manchete, 1987. Pr\u00eamios de Melhor Novela e Melhor Autor, da Associa\u00e7\u00e3o Paulista de Cr\u00edticos de Arte) e Olho por Olho (TV Manchete, 1988).<\/p>\n<\/div>\n<div id=\"tab3\" class=\"info_tabs\">\n<h1>Discursos de Posse<\/h1>\n<p>Aguarde Atualiza\u00e7\u00e3o&#8230;<\/p>\n<\/div>\n<div id=\"tab4\" class=\"info_tabs\">\n<h1>Textos Escolhidos<\/h1>\n<p>Aguarde Atualiza\u00e7\u00e3o&#8230;<\/p>\n<\/div>\n<div id=\"tab5\" class=\"info_tabs\">\n<h1>Iconografia<\/h1>\n<p>Aguarde Atualiza\u00e7\u00e3o&#8230;<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Biografia Nasceu em S\u00e3o Lu\u00eds, a 19 de setembro de 1932. Filhos de Raymunda Souza Ara\u00fajo Louzeiro e Aproniano Louzeiro. Aos 16 anos, ainda estudante, come\u00e7ou a trabalhar em jornais da capital maranhense, nas fun\u00e7\u00f5es de revisor e rep\u00f3rter. 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