{"id":3298,"date":"2019-10-26T07:21:39","date_gmt":"2019-10-26T10:21:39","guid":{"rendered":"http:\/\/www.academiamaranhense.org.br\/inf_aml\/?p=3298"},"modified":"2019-10-27T07:27:11","modified_gmt":"2019-10-27T10:27:11","slug":"3298-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.academiamaranhense.org.br\/inf_aml\/3298-2\/","title":{"rendered":"Fernando Py e seu livro Ra\u00edzes"},"content":{"rendered":"<address>Poeta e cr\u00edtico liter\u00e1rio carioca dedicou resenhas sobre o livro &#8220;Impress\u00f5es sobre Nauro Machado&#8221; e em seu livro &#8220;Ra\u00edzes&#8221;, escreveu uma cr\u00f4nica sobre o livro &#8220;O quintal&#8221; de Arlete Nogueira da Cruz<\/address>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft wp-image-3299\" src=\"http:\/\/www.academiamaranhense.org.br\/inf_aml\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/1572012536-375697730-747x429.jpg\" alt=\"\" width=\"670\" height=\"385\" srcset=\"https:\/\/www.academiamaranhense.org.br\/inf_aml\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/1572012536-375697730-747x429.jpg 747w, https:\/\/www.academiamaranhense.org.br\/inf_aml\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/1572012536-375697730-747x429-300x172.jpg 300w, https:\/\/www.academiamaranhense.org.br\/inf_aml\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/1572012536-375697730-747x429-382x219.jpg 382w\" sizes=\"(max-width: 670px) 100vw, 670px\" \/>S\u00c3O LU\u00cdS- O cr\u00edtico liter\u00e1rio carioca, Fernando Py, tamb\u00e9m poeta e contista, lan\u00e7ou recentemente \u201cRa\u00edzes\u201d, de \u201cjornalismo liter\u00e1rio\u201d, editado pela Ibis Libris\/RJ, reunindo 45 artigos, que o autor escreveu para jornais sobre significativos nomes da literatura brasileira e universal, entre eles Elizabeth Barrett Browning, Guimar\u00e3es Rosa, Pedro Lyra, Carlos Drummond de Andrade, Robert Burns, Ivo Barroso, Machado de Assis e F\u00e1bio Lucas.<\/p>\n<div class=\"content\">\n<div class=\"moz-reader-content line-height4 reader-show-element\">\n<div id=\"readability-page-1\" class=\"page\">\n<div>\n<div>\n<div>\n<div>\n<p>Fernando Py \u00e9 um importante autor que prestou valiosa colabora\u00e7\u00e3o a respeit\u00e1veis enciclop\u00e9dias, principalmente \u00e0 Grande Enciclop\u00e9dia Delta Larousse (1966-1969), sendo tamb\u00e9m um competente tradutor brasileiro de Marcel Proust, Marguerite Duras, Saul Bellow, Honor\u00e9 de Balzac, Alexandre Dumas, Isaac Asimov, Edgar Wallace, e outros.<\/p>\n<p>Autor de muitos t\u00edtulos, entre eles \u201cOs limites da cria\u00e7\u00e3o: jornalismo liter\u00e1rio\u201d, \u201cVida paix\u00e3o amor e morte\u201d (contos) e \u201cConfiss\u00e3o Geral\u201d (poesia reunida), Fernando Py publicou em jornal carioca seis resenhas sobre a poesia de Nauro Machado, comparecendo para cumpriment\u00e1-lo por ocasi\u00e3o da entrega ao nosso poeta, que ali n\u00e3o p\u00f4de estar, do pr\u00eamio de poesia da Academia Brasileira de Letras, em 1982.<\/p>\n<p>Republicamos, a seguir, a resenha de Fernando Py sobre Nauro, publicada na Tribuna de Petr\u00f3polis (8-2-2019) em torno de \u201cImpress\u00f5es sobre Nauro Machado\u201d, colet\u00e2nea com mais de 600 p\u00e1ginas recentemente organizada e lan\u00e7ada pela esposa do poeta, Arlete Nogueira da Cruz, que est\u00e1 no seu livro \u201cRa\u00edzes\u201d, com cr\u00f4nica sobre \u201cO quintal\u201d, poema da escritora maranhense.<\/p>\n<p>________________________________________________________<\/p>\n<p>O poeta Nauro Machado<\/p>\n<p>Fernando Py<\/p>\n<p>O poeta maranhense Nauro Machado (1935-2015) deixou uma obra po\u00e9tica de imenso vulto. Desde \u201cCampo sem base\u201d (1958) at\u00e9 o p\u00f3stumo \u201cCan\u00e7\u00f5es de roda nos p\u00e9s da noite\u201d (2016), publicou mais de 50 volumes, fora uns poucos em prosa, quase s\u00f3 cr\u00edtica e ensaios. A essa quantidade enorme de poesia correspondeu um bom n\u00famero de pr\u00eamios, al\u00e9m de not\u00e1vel quantidade de cartas, poemas, artigos cr\u00edticos, resenhas e ensaios, cujo n\u00famero chega a quase meio milhar. Recentemente sua vi\u00fava (tamb\u00e9m escritora) Arlete Nogueira da Cruz Machado reuniu tais textos, que considera \u201cuma esp\u00e9cie de fortuna cr\u00edtica do poeta\u201d, numa edi\u00e7\u00e3o de mais de seiscentas p\u00e1ginas, \u201cImpress\u00f5es sobre Nauro Machado\u201d. (Teresina: Halley S.A. Gr\u00e1fica e Edito-ra, 2018).<\/p>\n<p>\u00c9 um livro que compreende 264 artigos de 131 autores diversos e, \u00e9 claro, de valor cr\u00edtico e est\u00e9tico bem diferenciado. Alguns, como Jorge Nascimento, falam dos primeiros arroubos do poeta, ent\u00e3o com vinte anos de idade, quase sempre defendendo-o de malqueren\u00e7as e irrita\u00e7\u00f5es, outros mais desenvoltos abordam sua obra com maior crit\u00e9rio e an\u00e1lise. De todo modo, cabe aqui a rela\u00e7\u00e3o de cerca de quarenta nomes dos mais conhecidos, como Bandeira Tribuzi, Jorge Tufic, Antonio Olinto, Walmir Ayala, Jos\u00e9 Chagas, Wilson Alvarenga Borges, F\u00e1bio Lucas, Cassiano Ricardo, Fausto Cunha, Armindo Trevisan, Manoel Caetano Bandeira de Melo, Lago Burnett, Assis Brasil, Tem\u00edstocles Linhares, Ot\u00e1vio de Faria, Jorge de S\u00e1, Anderson Braga Horta, Nelly Novaes Coelho, Hildeberto Barbosa Filho, Pedro Lyra, Ferreira Gullar, Adonias Filho, Jos\u00e9 Louzeiro, Cl\u00e1udio Murilo Leal, Ubiratan Teixeira, Ivo Barroso, Franklin de Oliveira, Jos\u00e9 Sarney, Fernando Mendes Viana, Jos\u00e9 Mario da Silva, \u00c2ngelo Monteiro, Carlos Nejar, Marcus Accioly, Fernando Mendes Viana, Henriqueta Lisboa, Moacyr F\u00e9lix, Donaldo Sch\u00fcler, Francisco Carvalho, Janilto Andrade, Ivan Junqueira, exemplos de seriedade cr\u00edtica e conhecimento de poesia.<\/p>\n<p>Por outro lado, podemos verificar que alguns nomes, n\u00e3o relacionados acima, s\u00e3o importantes n\u00e3o somente pela quantidade de textos coligidos, mas tamb\u00e9m pelo valor da cr\u00edtica, por vezes apenas indicada. S\u00e3o os casos, por exemplo, de Jos\u00e9 Guilherme Merquior, Fritz Teixeira Salles, Alexey Bueno, Jos\u00e9 Paulo Paes, Pascoal Mota e outros. Devemos igualmente registrar aqueles que publicaram monografias e disserta\u00e7\u00f5es sobre a poesia de Nauro, cabendo destacar Ricardo Le\u00e3o (\u201cTradi\u00e7\u00e3o e ruptura: a l\u00edrica moderna de Nauro Machado\u201d, 2002) e Ant\u00f4nio A\u00edlton (\u201cHumanologia do eterno empenho\u201d, 2003).<\/p>\n<p>Al\u00e9m de traduzida em alguns idiomas, a poesia de Nauro Machado j\u00e1 foi estudada em livros sobre a literatura brasileira, dos quais se distinguem: \u201cUma hist\u00f3ria da poesia brasileira\u201d (2007), de Alexei Bueno, \u201cHist\u00f3ria da literatura brasileira\u201d (2011), de Carlos Nejar e \u201cHist\u00f3ria da literatura brasileira\u201d (1997) Luciana Stegagno Picchio (tradu\u00e7\u00e3o do italiano). Este livro, \u201cImpress\u00f5es sobre Nauro Machado\u201d, organizado com bastante crit\u00e9rio, \u00e9 uma refer\u00eancia obrigat\u00f3ria para estudantes e estudiosos da nossa literatura.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Poeta e cr\u00edtico liter\u00e1rio carioca dedicou resenhas sobre o livro &#8220;Impress\u00f5es sobre Nauro Machado&#8221; e em seu livro &#8220;Ra\u00edzes&#8221;, escreveu uma cr\u00f4nica sobre o livro &#8220;O quintal&#8221; de Arlete Nogueira da Cruz S\u00c3O LU\u00cdS- O cr\u00edtico liter\u00e1rio carioca, Fernando Py, tamb\u00e9m poeta e contista, lan\u00e7ou recentemente \u201cRa\u00edzes\u201d, de \u201cjornalismo liter\u00e1rio\u201d, editado pela Ibis Libris\/RJ, reunindo [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":3299,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[1],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.academiamaranhense.org.br\/inf_aml\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3298"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.academiamaranhense.org.br\/inf_aml\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.academiamaranhense.org.br\/inf_aml\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.academiamaranhense.org.br\/inf_aml\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.academiamaranhense.org.br\/inf_aml\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3298"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/www.academiamaranhense.org.br\/inf_aml\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3298\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":3301,"href":"https:\/\/www.academiamaranhense.org.br\/inf_aml\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3298\/revisions\/3301"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.academiamaranhense.org.br\/inf_aml\/wp-json\/wp\/v2\/media\/3299"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.academiamaranhense.org.br\/inf_aml\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3298"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.academiamaranhense.org.br\/inf_aml\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3298"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.academiamaranhense.org.br\/inf_aml\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3298"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}