{"id":3150,"date":"2019-03-09T07:49:12","date_gmt":"2019-03-09T10:49:12","guid":{"rendered":"http:\/\/www.academiamaranhense.org.br\/inf_aml\/?p=3150"},"modified":"2019-03-18T07:56:28","modified_gmt":"2019-03-18T10:56:28","slug":"intelectualidade-imortalizada","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.academiamaranhense.org.br\/inf_aml\/intelectualidade-imortalizada\/","title":{"rendered":"Intelectualidade imortalizada"},"content":{"rendered":"<address>Bustos da Pra\u00e7a do Panteon, que retornaram ao local ap\u00f3s reforma feita pelo Instituto do Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rico e Art\u00edstico Nacional (Iphan) em parceria com a Prefeitura de S\u00e3o Lu\u00eds, s\u00e3o lembran\u00e7a da import\u00e2ncia das letras maranhenses para a cultura do estado.<\/address>\n<div id=\"attachment_3151\" style=\"width: 757px\" class=\"wp-caption alignleft\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-3151\" loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-3151\" src=\"http:\/\/www.academiamaranhense.org.br\/inf_aml\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/1510257116-602163641-747x429.jpg\" alt=\"\" width=\"747\" height=\"429\" srcset=\"https:\/\/www.academiamaranhense.org.br\/inf_aml\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/1510257116-602163641-747x429.jpg 747w, https:\/\/www.academiamaranhense.org.br\/inf_aml\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/1510257116-602163641-747x429-300x172.jpg 300w, https:\/\/www.academiamaranhense.org.br\/inf_aml\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/1510257116-602163641-747x429-382x219.jpg 382w\" sizes=\"(max-width: 747px) 100vw, 747px\" \/><p id=\"caption-attachment-3151\" class=\"wp-caption-text\">Um dos bustos expostos na Pra\u00e7a do Panteon ap\u00f3s a reforma (Bin\u00e9 Morais \/ O ESTADO)<\/p><\/div>\n<p>S\u00c3O LU\u00cdS &#8211; A\u00adp\u00f3s um hiato de 11 anos, os bustos que s\u00e3o a origem do nome da Pra\u00e7a do Panteon, retomaram o espa\u00e7o p\u00fablico reformado pelo Instituto do Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rico e Art\u00edstico Nacional (Iphan) em parceria com a Prefeitura de S\u00e3o Lu\u00eds. Entalhadas em bronze, as 18 esculturas representam uma lembran\u00e7a dos tempos \u00e1ureos da intelectualidade local. Retirados da pra\u00e7a em 2007, a pedido da Academia Maranhense de Letras, que alegou falta se seguran\u00e7a e vandalismo em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s obras, os bustos homenageiam 18 intelectuais que ainda s\u00e3o an\u00f4nimos para parte dos maranhenses.<\/p>\n<div class=\"content\">\n<div class=\"moz-reader-content line-height4 reader-show-element\">\n<div id=\"readability-page-1\" class=\"page\">\n<div>\n<div>\n<div>\n<div>\n<p>Figuram no Panteon escritores, poetas, romancistas, humanistas e intelectuais que muito contribu\u00edram com as letras n\u00e3o apenas do Maranh\u00e3o como tamb\u00e9m do Brasil. Assim, est\u00e3o representados no espa\u00e7o as figuras de Arnaldo Ferreira, Artur Azevedo, Clodoaldo Cardoso, Dunshee de Abranches, Bandeira Tribuzi, Silva Maia, Josu\u00e9 Montello, Corr\u00eaa de Ara\u00fajo, Teixeira Mendes, Urbano Santos, Raimundo Correia, Maria Firmina, Nascimento Moraes, Ribamar Bog\u00e9a, Gomes de Sousa, Coelho Neto, Gomes de Castro e Henriques Leal, cujas muitas obras est\u00e3o no anonimato.<\/p>\n<p><strong>Livro<\/strong><br \/>\nEm seu livro \u201cBreve hist\u00f3ria das ruas e pra\u00e7as de S\u00e3o Lu\u00eds\u201d, publicado na d\u00e9cada de 1970, Domingos Vieira Filho discorre sobre o espa\u00e7o no qual est\u00e3o assentados os bustos explicando que o local era parte da \u00e1rea onde existiu o quartel do 24\u00ba Batalh\u00e3o de Ca\u00e7adores (BC). \u201c\u00c9 assim denominada parte da pra\u00e7a onde outrora existiu o Quartel do 24\u00ba BC. Fica fronteira \u00e0 Biblioteca P\u00fablica Benedito Leite, tendo como limites, ao norte e sul, as avenidas Silva Maia e Gomes de Castro e ao nascente e poente o Parque Urbano Santos e a Pra\u00e7a Deodoro ou Largo do Quartel\u201d, escreve Vieira Filho.<\/p>\n<p>De acordo com o presidente da Academia Maranhense de Letras, Benedito Buzar, \u00e9 dif\u00edcil precisar as datas nas quais os bustos foram colocados no logradouro, bem como os crit\u00e9rios usados para a escolha dos nomes. No entanto, o intelectual destaca que h\u00e1 um decreto municipal que disp\u00f5e sobre o assunto. Ele se refere \u00e0 lei municipal n\u00ba 3697, de 20 de abril de 1998, que designa a Pra\u00e7a do Panteon como local de homenagem p\u00f3stuma, oficial e permanente, \u00e0queles que tenham prestado relevante contribui\u00e7\u00e3o \u00e0s letras e \u00e0s artes no Maranh\u00e3o.<\/p>\n<p>Em seu artigo II, a norma esclarece: \u201cA coloca\u00e7\u00e3o de qualquer novo busto, na Pra\u00e7a do Panteon, fica condicionada \u00e0 pr\u00e9via anu\u00eancia da Academia Maranhense de Letras, que indicar\u00e1 ao Executivo Municipal os nomes dos que dever\u00e3o ali ser homenageados, considerando a hist\u00f3ria e secular contribui\u00e7\u00e3o maranhense \u00e0s letras, \u00e0s artes, \u00e0 ci\u00eancia e \u00e0 pol\u00edtica brasileira\u201d. l<\/p>\n<p><strong>Personalidades<\/strong><\/p>\n<p><strong>Arthur Azevedo<\/strong><\/p>\n<p>O dramaturgo, contista, poeta, jornalista e cr\u00edtico teatral Artur Nabantino Gon\u00e7alves de Azevedo \u00e9 uma das 18 personalidades que figuram no Panteon. O maranhense nasceu em S\u00e3o Lu\u00eds, a 7 de julho de 1855, e faleceu no Rio de Janeiro, a 22 de outubro de 1908. \u00c9 uma das figuras mais expressivas da literatura nacional. Fundou, na Academia Brasileira de Letras, a Cadeira que tem Martins Pena por patrono e, por sua vez, \u00e9 patrono, tamb\u00e9m, da de n\u00ba 26 da Academia Paulista, fundada por Oliveira Ribeiro Neto. \u00c9 autor de mais de 100 t\u00edtulos entre livros e pe\u00e7as de teatro tendo algumas de suas obras traduzidas para outras l\u00ednguas.<\/p>\n<p><strong>Dunshee de Abranches<\/strong><\/p>\n<p>Jo\u00e3o Dunshee de Abranches Moura \u00e9 natural de S\u00e3o Lu\u00eds, onde nasceu em 2 de setembro de 1867 e faleceu em Petr\u00f3polis (RJ) em 11 de mar\u00e7o de 1941. Forma, entre os escritores maranhenses de todos os tempos, ao lado daqueles que deixaram produ\u00e7\u00e3o bibliogr\u00e1fica das mais diversificadas e copiosas. Foi, na exata e ampla acep\u00e7\u00e3o da palavra, um pol\u00edgrafo. E, al\u00e9m disso, verdadeiro humanista. Sua forma\u00e7\u00e3o cultural lhe conferiu a soma e a diversidade de saberes que marcaram o humanismo maranhense no per\u00edodo de sua plena flora\u00e7\u00e3o. Foi orador, poeta, jornalista, parlamentar e professor, tendo sido professor honor\u00e1rio da Universidade de Heidelberg, na Alemanha. \u00c9 patrono da Cadeira 40 da Academia Maranhense de Letras, fundada por Joaquim Luz. De sua bibliografia constam mais de 50 obras.<\/p>\n<p><strong>Corr\u00eaa de Ara\u00fajo<\/strong><\/p>\n<p>Raimundo Corr\u00eaa de Ara\u00fajo nasceu na cidade maranhense de Pedreiras, a 29 de maio de 1885 e faleceu em S\u00e3o Lu\u00eds em 24 de agosto de 1951.Formou-se em Direito pela Faculdade do Maranh\u00e3o e foi professor de sociologia e hist\u00f3ria universal do Liceu Maranhense. Foi jornalista e poeta. Na Academia Maranhense de Letras fundou a Cadeira 16 que tem como patrono Raimundo Correia. De sua bibliografia constam mais de 10 obras publicadas entre as quais poemas e ensaios. Poeta de voca\u00e7\u00e3o forte e irrenunci\u00e1vel, Corr\u00eaa de Ara\u00fajo fazia de si pr\u00f3prio t\u00e3o alto conceito que se proclamava \u201cO \u00daltimo Sabi\u00e1 de Atenas\u201d, como, ali\u00e1s, dizia expressamente grande placa de bronze que existia sob o busto do poeta, na Pra\u00e7a do Panteon, e que, roubada com o busto de Humberto de Campos, levou a Academia Maranhense de Letras a reivindicar vigil\u00e2ncia permanente aos monumentos ou a imediata remo\u00e7\u00e3o deles daquele logradouro. Adotada a segunda alternativa em outubro de 2007, foram os bustos do Panteon realocados no p\u00e1tio interno do Museu Hist\u00f3rico e Art\u00edstico do Maranh\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Gomes de Sousa<\/strong><\/p>\n<p>Joaquim Gomes de Sousa nasceu na fazenda Concei\u00e7\u00e3o, em Itapecuru Mirim, a 15 de fevereiro de 1829, e faleceu em Londres, em 1\u00ba de junho de 1863. Formou-se em medicina e engenharia pela Universidade de Paris. Foi capit\u00e3o do Real Corpo de Engenheiros do Ex\u00e9rcito e deputado federal pelo Maranh\u00e3o. Sua fama e matem\u00e1tico correu o mundo e Gomes de Sousa, por ser uma intelig\u00eancia considerada fora do comum, as Universidades e Academias de Londres, Berlim e Viena o convidaram para s\u00f3cio. Matem\u00e1tico, astr\u00f4nomo e pensador, \u00e9 das maiores gl\u00f3rias do Maranh\u00e3o. \u00c9 patrono da Cadeira 8 da Academia Maranhense de Letras.<\/p>\n<p><strong>Henriques Leal<\/strong><\/p>\n<p>Ant\u00f4nio Henriques Leal nasceu na localidade de Cantanhede, Itapecuru Mirim, hoje munic\u00edpio de Cantanhede, a 24 de julho de 1828 e faleceu no Rio de Janeiro, a 29 de setembro de 1885. Doutor em medicina pela Faculdade do Rio de Janeiro, onde obteve distin\u00e7\u00e3o. Como historiador liter\u00e1rio e bi\u00f3grafo, escreveu o livro que lhe valeu consagra\u00e7\u00e3o, \u201cO Panteon Maranhense\u201d, no qual levantou a biografia de um punhado de maranhenses ilustres nas letras, artes e ci\u00eancias. Historiador voraz e bem documentado, Leal enriqueceu a historiografia brasileira com ensaios eruditos. Na Academia Maranhense de Letras \u00e9 patrono da Cadeira 10, fundada por Astolfo Marques.<\/p>\n<p><strong>Arnaldo Ferreira<\/strong><\/p>\n<p>Arnaldo de Jesus Ferreira nasceu em S\u00e3o Lu\u00eds, a 6 de outubro de 1904. Foi por diversas vezes presidente da Associa\u00e7\u00e3o Comercial do Maranh\u00e3o e ocupou diversos cargos p\u00fablicos. Nas letras foi poeta, jornalista, e cultivou uma das maiores bibliotecas particulares de S\u00e3o Lu\u00eds. Foi s\u00f3cio efetivo do Instituo Hist\u00f3rico e Geogr\u00e1fico do Maranh\u00e3o e ocupou a Cadeira 27 da Academia Maranhense de Letras.<\/p>\n<p><strong>Clodoaldo Cardoso<\/strong><\/p>\n<p>Clodoaldo Cardoso nasceu em Barra do Corda a 7 de agosto de 1894. Foi professor, financista, escritor e poeta. Ocupou o cargo de presidente da Academia Maranhense de Letras por sucessivas vezes e tamb\u00e9m foi prefeito de S\u00e3o Lu\u00eds. Fundou a Cadeira 23 da Academia Maranhense de Letras, cujo patrono \u00e9 Gra\u00e7a Aranha.<\/p>\n<p><strong>Bandeira Tribuzi<\/strong><\/p>\n<p>Jos\u00e9 Tribuzi Pinheiro Gomes foi humanista, jornalista, professor, economista, fil\u00f3sofo, m\u00fasico e compositor que nasceu em S\u00e3o Lu\u00eds dia 2 de fevereiro de 1927 e morreu em 8 de setembro de 1977. Antes de completar tr\u00eas anos de idade, seguiu com a fam\u00edlia para a terra natal do pai, Portugal. Na Europa, frequentou escolas em Porto, Aveiro e Coimbra e por l\u00e1 permaneceu at\u00e9 concluir sua forma\u00e7\u00e3o superior. Formado em Filosofia e Ci\u00eancias Econ\u00f4micas e Sociais, Bandeira Tribuzi retornou a S\u00e3o Lu\u00eds em 1946, onde viveu at\u00e9 a morte. Fundou, ao lado de Jos\u00e9 Sarney, o jornal O Estado do Maranh\u00e3o e \u00e9 autor de \u201cLouva\u00e7\u00e3o a S\u00e3o Lu\u00eds\u201d, transformado em hino de S\u00e3o Lu\u00eds.<\/p>\n<p><strong>Silva Maia<\/strong><\/p>\n<p>Jos\u00e9 da Silva Maia nasceu em 26 de fevereiro de 1811 em Alc\u00e2ntara e faleceu em S\u00e3o Lu\u00eds em 24 de abril de 1893. Formou-se em medicina na Fran\u00e7a, regressando a S\u00e3o Lu\u00eds onde abriu consult\u00f3rio e logo ganhou fama entre os menos favorecidos. Ocupou diversos cargos p\u00fablicos.<\/p>\n<p><strong>Josu\u00e9 Montello<\/strong><\/p>\n<p>Josu\u00e9 de Sousa Montello nasceu em S\u00e3o Lu\u00eds em 21 de agosto de 1917, e faleceu no Rio de Janeiro em 15 de mar\u00e7o de 2006. Foi membro das Academias Maranhense e Brasileira de Letras, tendo presidido esta \u00faltima nos anos de 1994 e 1995. Iniciou seus estudos em S\u00e3o Lu\u00eds, publicando os primeiros trabalhos liter\u00e1rios em &#8220;A Mocidade&#8221;, peri\u00f3dico do Liceu Maranhense. Ao longo de sua carreira escreveu romances, ensaios, cr\u00f4nicas, novelas e pe\u00e7as de teatro. Detentor de in\u00fameros pr\u00eamios, foi membro da Academia Internacional da Cultura Portuguesa (Lisboa), da Academia das Ci\u00eancias de Lisboa e da Association Internationale des Critiques Litt\u00e9raires (Paris).<\/p>\n<p><strong>Teixeira Mendes<\/strong><\/p>\n<p>Raimundo Teixeira Mendes nasceu em Caxias no dia 5 de janeiro de 1855 e faleceu no Rio de Janeiro em 28 de junho de 1927. Foi abolicionista e republicano fervoroso. Na Academia Maranhense de Letras \u00e9 patrono da Cadeira 30, fundada por Alarico Cunha.<\/p>\n<p><strong>Urbano Santos<\/strong><\/p>\n<p>Urbano Santos da Costa Ara\u00fajo nasceu em Guimar\u00e3es em 3 de fevereiro 1859 e faleceu a bordo do navio Minas Gerais a 7 de maio de 1922. Formou-se em Direito em Recife (PE) e retornou ao Maranh\u00e3o onde foi promotor p\u00fablico e juiz. Foi ainda deputado e senador pelo Maranh\u00e3o e vice-presidente da Rep\u00fablica. Tamb\u00e9m ocupou o cargo de governador do Maranh\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Raimundo Correia<\/strong><\/p>\n<p>Raimundo da Mota Azevedo Correia nasceu a bordo do vapor S\u00e3o Lu\u00eds, em Cururupu, no dia 13 de maio de 1859 e faleceu num quarto de pens\u00e3o, em Paris em 13 de dezembro de 1911. Foi juiz de Direito, poeta e jornalista. Era membro da Academia Maranhense de Letras e patrono da Cadeira 16, que tem como fundador Correia de Ara\u00fajo.<\/p>\n<p><strong>Maria Firmina<\/strong><\/p>\n<p>Maria Firmina dos Reis nasceu em S\u00e3o Lu\u00eds em 11 de mar\u00e7o de 1822, entretanto, seu batismo ocorreu apenas em 21 de dezembro de 1825. Faleceu em 1917, no munic\u00edpio de Guimar\u00e3es. Formou-se professora e exerceu, no munic\u00edpio de Guimar\u00e3es, por muitos anos, o magist\u00e9rio, chegando a receber o t\u00edtulo de &#8220;Mestra R\u00e9gia&#8221;. Ao se aposentar, no in\u00edcio da d\u00e9cada de 1880, funda, na localidade de Ma\u00e7aric\u00f3, a primeira escola mista e gratuita do Maranh\u00e3o e uma das primeiras do pa\u00eds. \u00c9 autora de tr\u00eas narrativas de fic\u00e7\u00e3o entre as quais \u201c\u00darsula\u201d, de 1859, seguramente o primeiro romance publicado por uma mulher negra em toda a Am\u00e9rica Latina e o primeiro romance abolicionista de autoria feminina da l\u00edngua portuguesa, no qual aborda a escravid\u00e3o a partir do ponto de vista do outro.<\/p>\n<p><strong>Nascimento Moraes<\/strong><\/p>\n<p>Jos\u00e9 Nascimento Moraes nasceu em S\u00e3o Lu\u00eds aos 19 de mar\u00e7o de 1882 e faleceu na mesma cidade a 22 de fevereiro de 1958. Foi professor em\u00e9rito de portugu\u00eas, jornalista e militante pol\u00edtico e liter\u00e1rio. Ocupou a Cadeira 11 da Academia Maranhense de Letras, patroneada por Jo\u00e3o Lisboa.<\/p>\n<p><strong>Ribamar Bog\u00e9a<\/strong><\/p>\n<p>Jos\u00e9 Ribamar Bog\u00e9a foi jornalista, nasceu em S\u00e3o Lu\u00eds no dia 18 de setembro de 1921. Fundou o Jornal Pequeno no dia 29 de maio de 1951 e, ao completar 60 anos de idade, entregou a dire\u00e7\u00e3o do peri\u00f3dico ao filho, Lourival Marques Bog\u00e9a. Tamb\u00e9m chamado de Z\u00e9 Pequeno, faleceu em S\u00e3o Lu\u00eds, aos 74 anos, no dia 4 de mar\u00e7o de 1996, v\u00edtima de um ataque card\u00edaco.<\/p>\n<p><strong>Coelho Neto<\/strong><\/p>\n<p>Henrique Maximiliano Coelho Neto Nasceu em Caxias em 21 de fevereiro de 1864 e faleceu no Rio de Janeiro em 23 de novembro de 1934. Foi jornalista, professor, romancista, poeta, teatr\u00f3logo, orador. Foi considerado o pr\u00edncipe dos prosadores brasileiros.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Bustos da Pra\u00e7a do Panteon, que retornaram ao local ap\u00f3s reforma feita pelo Instituto do Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rico e Art\u00edstico Nacional (Iphan) em parceria com a Prefeitura de S\u00e3o Lu\u00eds, s\u00e3o lembran\u00e7a da import\u00e2ncia das letras maranhenses para a cultura do estado. S\u00c3O LU\u00cdS &#8211; A\u00adp\u00f3s um hiato de 11 anos, os bustos que s\u00e3o a [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":3151,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[1],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.academiamaranhense.org.br\/inf_aml\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3150"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.academiamaranhense.org.br\/inf_aml\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.academiamaranhense.org.br\/inf_aml\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.academiamaranhense.org.br\/inf_aml\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.academiamaranhense.org.br\/inf_aml\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3150"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.academiamaranhense.org.br\/inf_aml\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3150\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":3152,"href":"https:\/\/www.academiamaranhense.org.br\/inf_aml\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3150\/revisions\/3152"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.academiamaranhense.org.br\/inf_aml\/wp-json\/wp\/v2\/media\/3151"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.academiamaranhense.org.br\/inf_aml\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3150"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.academiamaranhense.org.br\/inf_aml\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3150"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.academiamaranhense.org.br\/inf_aml\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3150"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}