{"id":2460,"date":"2017-11-28T09:52:03","date_gmt":"2017-11-28T12:52:03","guid":{"rendered":"http:\/\/www.academiamaranhense.org.br\/inf_aml\/?p=2460"},"modified":"2017-11-28T09:52:38","modified_gmt":"2017-11-28T12:52:38","slug":"a-colheita-de-arlete-nogueira-da-cruz","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.academiamaranhense.org.br\/inf_aml\/a-colheita-de-arlete-nogueira-da-cruz\/","title":{"rendered":"Escritora Arlete Nogueira da Cruz lan\u00e7a antologia \u201cColheita\u201d"},"content":{"rendered":"<p>A escritora Arlete Nogueira da Cruz abre hoje, \u00e0s 19h, o terra\u00e7o e o quintal da casa em que viveu grande parte de sua vida ao lado do poeta Nauro Machado (Rua dos Prazeres, Centro) para o lan\u00e7amento de seu livro \u201cColheita\u201d, uma antologia po\u00e9tica. A obra, lan\u00e7ada no dia que marca os dois anos de falecimento do poeta, re\u00fane fragmentos de obras j\u00e1 publicadas e tamb\u00e9m poemas in\u00e9ditos da escritora.<\/p>\n<p>Arlete Nogueira explica que se trata da reabertura do terra\u00e7o e do quintal da resid\u00eancia que abrigou o casal por mais de 30 anos e que foi palco para o lan\u00e7amento do livro de Nauro Machado, \u201cO baldio som de Deus\u201d, ocorrido dois meses antes de seu falecimento. \u201cO baldio som de Deus\u201d \u00e9 o oitavo livro de sonetos do poeta que reuniu 240 poemas ilustrados por desenhos de Jo\u00e3o Sanch\u00e9s. Na \u00e9poca, o lan\u00e7amento marcou os 80 anos do autor de \u201cO exerc\u00edcio do caos\u201d.<\/p>\n<p>O local dos dois lan\u00e7amentos \u2013 primeiro de Nauro e agora o de Arlete &#8211; foi pensado de forma a homenagear o escritor. O im\u00f3vel est\u00e1 sendo preparado para ser um espa\u00e7o cultural no qual ser\u00e3o expostos coisas do casal e suas mem\u00f3rias. De acordo com Arlete Nogueira da Cruz, a abertura oficial da casa ainda n\u00e3o tem data definida, mas a expectativa \u00e9 de que ocorra no in\u00edcio do ano que vem.<\/p>\n<p>Enquanto isto n\u00e3o ocorre, ela decidiu por reunir os amigos novamente no mesmo terra\u00e7o, uma das muitas homenagens que a escritora faz ao marido. \u201cNa \u00e9poca, ainda em 2015, no mesmo ano em que Nauro lan\u00e7ou seu \u00faltimo livro vivo, eu planejei lan\u00e7ar este, mas adiei em decorr\u00eancia da sua morte, que ocorreu apenas dois meses depois daquela noite memor\u00e1vel na qual Nauro ficou muito feliz e que reunimos cerca de 150 pessoas muito queridas\u201d relembra Arlete Nogueira da Cruz.<\/p>\n<p>Ela fala sobre a decis\u00e3o de lan\u00e7ar o livro somente agora. \u201cAp\u00f3s a morte de Nauro eu resolvi guardar \u2018Colheita\u2019 e tamb\u00e9m fechei a casa. Agora resolvi fazer a noite de aut\u00f3grafos no terra\u00e7o para reunir amigos, fam\u00edlia, artistas e o p\u00fablico em geral como forma de prestar tamb\u00e9m uma homenagem\u201d, diz Arlete Nogueira da Cruz que oferece o livro ao marido que morreu em 28 de novembro de 2015.<\/p>\n<p><strong>Poemas<\/strong><\/p>\n<p>\u201cColheita\u201d re\u00fane poemas selecionados dos livros \u201cCan\u00e7\u00e3o das horas \u00famidas\u201d, \u201cLitania da velha\u201d e \u201cO quintal\u201d, al\u00e9m de poemas in\u00e9ditos e dispersos de \u201cSol de solid\u00e3o\u201d, livro in\u00e9dito. Ao final da publica\u00e7\u00e3o, Arlete Nogueira da Cruz inclui uma prosa po\u00e9tica dedicada ao pai, Raimundo Nogueira da Cruz e dois poemas, um para a m\u00e3e, Enoi Sim\u00e3o Nogueira da Cruz; e dois ao marido, Nauro Machado. \u201cEstes poemas para Nauro escrevi um m\u00eas ap\u00f3s sua morte\u201d, revela a escritora.<\/p>\n<p>Arlete Nogueira da Cruz \u00e9 autora dos livros \u201cA parede\u201d (novela &#8211; 1961, 1993, 1998); \u201cCartas da Paix\u00e3o\u201d, (cartas &#8211; 1969, 1998); \u201cCompasso Bin\u00e1rio\u201d, (novela \u2013 1972, 1998); \u201cCan\u00e7\u00e3o das horas \u00famidas\u201d (poesia \u2013 1973); \u201cJo\u00e3o Mohana \u2013 70 anos (suplemento); \u201cLitania da Velha\u201d (poemas \u2013 1996, 1997, 1999, 2002 e 2009); \u201cTrabalho manual\u201d (poesia reunida \u2013 1998); \u201cContos inocentes (contos \u2013 2000, 2001); \u201cNomes e nuvens\u201d (palestra \u2013 2003); \u201cSal e sol\u201d (cr\u00f4nicas, ensaios, artigos, pref\u00e1cios &#8211; 2006); e \u201cO Quintal\u201d (poemas \u2013 2013, 2014).<\/p>\n<p><strong>Servi\u00e7o<\/strong><\/p>\n<p><strong>O qu\u00ea<\/strong><\/p>\n<p>Lan\u00e7amento do livro \u201cColheita\u201d, de Arlete Nogueira da Cruz<\/p>\n<p><strong>Quando<\/strong><\/p>\n<p>Hoje, \u00e0s 19h<\/p>\n<p><strong>Onde<\/strong><\/p>\n<p>Terra\u00e7o da Casa Nauro Machado \u2013 Rua dos Prazeres, 534, Centro<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A escritora Arlete Nogueira da Cruz abre hoje, \u00e0s 19h, o terra\u00e7o e o quintal da casa em que viveu grande parte de sua vida ao lado do poeta Nauro Machado (Rua dos Prazeres, Centro) para o lan\u00e7amento de seu livro \u201cColheita\u201d, uma antologia po\u00e9tica. 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