{"id":2381,"date":"2017-09-09T10:36:02","date_gmt":"2017-09-09T13:36:02","guid":{"rendered":"http:\/\/www.academiamaranhense.org.br\/inf_aml\/?p=2381"},"modified":"2017-09-19T22:33:39","modified_gmt":"2017-09-20T01:33:39","slug":"chao-de-historias","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.academiamaranhense.org.br\/inf_aml\/chao-de-historias\/","title":{"rendered":"Ch\u00e3o de hist\u00f3rias"},"content":{"rendered":"<address>\u201cBreve Hist\u00f3ria das Ruas e Pra\u00e7as de S\u00e3o Lu\u00eds\u201d, de Domingos Vieira Filho, \u00e9 relan\u00e7ado pela Academia Maranhense de Letras; obra est\u00e1 na terceira edi\u00e7\u00e3o<\/address>\n<address><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-full wp-image-2382\" src=\"http:\/\/www.academiamaranhense.org.br\/inf_aml\/wp-content\/uploads\/2017\/09\/1504691007-957413870.jpg\" alt=\"\" width=\"670\" height=\"430\" \/><\/address>\n<p>S\u00c3O LU\u00cdS &#8211; Mais de 40 anos depois de sua segunda edi\u00e7\u00e3o, o livro \u201cBreve Hist\u00f3ria das Ruas e Pra\u00e7as de S\u00e3o Lu\u00eds\u201d, de autoria de Domingos Vieira Filho ganha, pela Academia Maranhense de Letras (AML), sua terceira edi\u00e7\u00e3o. A obra re\u00fane informa\u00e7\u00f5es n\u00e3o apenas de ruas e pra\u00e7as, como sugere o t\u00edtulo, mas se estende tamb\u00e9m a avenidas, becos, largos, travessas e parques especialmente os que comp\u00f5em o Centro da cidade.<\/p>\n<p>O presidente da Academia Maranhense de Letras, Benedito Buzar, explica que esta edi\u00e7\u00e3o \u00e9 um presente da AML pela passagem dos 405 anos de S\u00e3o Lu\u00eds. \u201cTrata-se de um livro muito solicitado pelo p\u00fablico. Estudantes, professores e pesquisadores, al\u00e9m de curiosos sobre a hist\u00f3ria de S\u00e3o Lu\u00eds cobravam uma edi\u00e7\u00e3o mais recente do livro, j\u00e1 que a \u00faltima estava h\u00e1 muito tempo esgotada. Assim, esta terceira edi\u00e7\u00e3o chega no anivers\u00e1rio da cidade como um presente da Academia\u201d, observa o presidente ressaltando que ainda n\u00e3o h\u00e1 data para o lan\u00e7amento da obra, que pode ser adquirida na livraria da AML.<\/p>\n<p>A primeira edi\u00e7\u00e3o de \u201cBreve Hist\u00f3ria das Ruas e Pra\u00e7as de S\u00e3o Lu\u00eds\u201d data de 1971. A segunda veio dois anos depois, em 1973. \u201cPor coincid\u00eancia, o relan\u00e7amento ocorreu no momento em que o ent\u00e3o prefeito de S\u00e3o Lu\u00eds, Haroldo Tavares, criava uma comiss\u00e3o de figuras ilustres para dar ordenamento \u00e0 nomenclatura das ruas da capital maranhense\u201d, relembra Bendito Buzar. O livro tem a edi\u00e7\u00e3o atual patrocinada por meio da Lei Estadual de Incentivo \u00e0 Cultura, do Governo do Estado.<\/p>\n<p><strong>Nomes<\/strong><\/p>\n<p>Na obra, Domingos Vieira Filho se esfor\u00e7a em mostrar, a partir de pesquisas, a hist\u00f3ria dos logradouros da capital, bem como a origem de seus nomes ora de vultos renomados, ora pitorescos e engra\u00e7ados. Alguns destes foram modificados com o passar dos tempos, outros mantidos at\u00e9 hoje. \u201cA cidade cresceu muito da d\u00e9cada de 1970 para c\u00e1, mas o Centro da cidade, que \u00e9 onde o Domingos se det\u00e9m, mudou muito pouco, o que torna a obra atual\u201d, destaca Bendito Buzar.<\/p>\n<p>Diferente das duas edi\u00e7\u00f5es passadas, esta traz registros iconogr\u00e1ficos da cidade a partir de imagens do \u201c\u00c1lbum Maranh\u00e3o 1908\u201d, de Gald\u00eancio Cunha. Imagens retiradas do livro do fot\u00f3grafo ilustram as p\u00e1ginas da terceira edi\u00e7\u00e3o de \u201cBreve Hist\u00f3ria das Ruas e Pra\u00e7as de S\u00e3o Lu\u00eds\u201d.<\/p>\n<p>No texto de introdu\u00e7\u00e3o do livro, o autor deixa claro as dificuldades que teve, assim como outros pesquisadores, em registrar o tema. \u201c\u00c1rdua sem d\u00favida a viagem em busca de not\u00edcias e informa\u00e7\u00f5es sobre as ruas desta cidade&#8230;quanto aos nomes, que devem datar mais ou menos copiosos de 1734 para c\u00e1, h\u00e1 uma confus\u00e3o simplesmente indescrit\u00edvel. Ant\u00f4nio Lopes, grande amoroso da cidade, disse com muito chiste que as ruas de S\u00e3o Lu\u00eds mudavam de nome como os homens da edilidade mudavam de camisa&#8230; e que nomes inexpressivos t\u00eam algumas hoje\u201d, escreve Domingos Vieira Filho.<\/p>\n<p>Ainda no texto de abertura, o autor se det\u00e9m sobre aspectos como limpeza e conserva\u00e7\u00e3o das vias, ilumina\u00e7\u00e3o, topografia, leis, entre outros temas. Em \u201cBreve Hist\u00f3ria das Ruas e Pra\u00e7as de S\u00e3o Lu\u00eds\u201d Domingos Vieira Filho registra mais de 200 ruas por ordem alfab\u00e9tica. Em cada uma o autor regata curiosidades, nomes antigos e os motivos que levaram \u00e0s mudan\u00e7as.<\/p>\n<p><strong>Autor<\/strong><\/p>\n<p>Al\u00e9m de resgatar um importante registro da hist\u00f3ria da cidade, a obra \u00e9 ainda uma refer\u00eancia ao seu autor. Domingos Vieira Filho. Nascido em S\u00e3o Lu\u00eds em 1923, faleceu em sua cidade natal em 1981.<\/p>\n<p>Era um estudioso do universo lingu\u00edstico-cultural maranhense. Foi professor, advogado, escritor, jornalista, pesquisador e folclorista. Escreveu mais de uma centena de obra entre as quais se destacam \u201cA linguagem popular do Maranh\u00e3o\u201d, \u201cFolclore Brasileiro: Maranh\u00e3o\u201d, entre outros. \u201cPopul\u00e1rio Maranhense\u201d \u00e9 sua biografia p\u00f3stuma. Deixou inacabado o livro \u201cA cultura maranhense\u201d, uma colet\u00e2nea de artigos sobre escritores, artistas, pol\u00edticos, estadistas, poetas, etc. Em sua homenagem, o Centro de Cultura Popular foi batizado com seu nome.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u201cBreve Hist\u00f3ria das Ruas e Pra\u00e7as de S\u00e3o Lu\u00eds\u201d, de Domingos Vieira Filho, \u00e9 relan\u00e7ado pela Academia Maranhense de Letras; obra est\u00e1 na terceira edi\u00e7\u00e3o S\u00c3O LU\u00cdS &#8211; Mais de 40 anos depois de sua segunda edi\u00e7\u00e3o, o livro \u201cBreve Hist\u00f3ria das Ruas e Pra\u00e7as de S\u00e3o Lu\u00eds\u201d, de autoria de Domingos Vieira Filho ganha, [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":2382,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[1],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.academiamaranhense.org.br\/inf_aml\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2381"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.academiamaranhense.org.br\/inf_aml\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.academiamaranhense.org.br\/inf_aml\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.academiamaranhense.org.br\/inf_aml\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.academiamaranhense.org.br\/inf_aml\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2381"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.academiamaranhense.org.br\/inf_aml\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2381\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2383,"href":"https:\/\/www.academiamaranhense.org.br\/inf_aml\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2381\/revisions\/2383"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.academiamaranhense.org.br\/inf_aml\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2382"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.academiamaranhense.org.br\/inf_aml\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2381"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.academiamaranhense.org.br\/inf_aml\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2381"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.academiamaranhense.org.br\/inf_aml\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2381"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}