{"id":2003,"date":"2016-07-22T11:50:55","date_gmt":"2016-07-22T14:50:55","guid":{"rendered":"http:\/\/www.academiamaranhense.org.br\/inf_aml\/?p=2003"},"modified":"2016-07-24T11:04:14","modified_gmt":"2016-07-24T14:04:14","slug":"acontece-hoje-as-19h-lancamento-de-novo-romance-do-imortal-waldemiro-viana","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.academiamaranhense.org.br\/inf_aml\/acontece-hoje-as-19h-lancamento-de-novo-romance-do-imortal-waldemiro-viana\/","title":{"rendered":"Lan\u00e7amento de novo romance do imortal Waldemiro Viana"},"content":{"rendered":"<address>Waldemiro Viana lan\u00e7a hoje, \u00e0s 19h, na Academia Maranhense de Letras, o livro \u201cMaria Celeste na Terra e no Mar\u201d, inspirado na trag\u00e9dia do navio hom\u00f4nimo<\/address>\n<div id=\"attachment_2012\" style=\"width: 680px\" class=\"wp-caption alignleft\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-2012\" loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-2012\" src=\"http:\/\/www.academiamaranhense.org.br\/inf_aml\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/1469115710-119618923.jpg\" alt=\"O escritor Waldemiro Viana se inspirou em fatos reais para escrever romance (Foto: Paulo de Tarso Jr.\/ Imirante.com)\" width=\"670\" height=\"430\" \/><p id=\"caption-attachment-2012\" class=\"wp-caption-text\">O escritor Waldemiro Viana se inspirou em fatos reais para escrever romance (Foto: Paulo de Tarso Jr.\/ Imirante.com)<\/p><\/div>\n<p>A hist\u00f3ria de uma das mais terr\u00edveis trag\u00e9dias ocorridas na costa maranhense, a explos\u00e3o do navio Maria Celeste, em 16 de mar\u00e7o de 1954, serviu de inspira\u00e7\u00e3o para \u201cMaria Celeste da Terra e do Mar\u201d, novo romance do escritor Waldemiro Viana, membro da Academia Maranhense de Letras (AML). A obra, com 333 p\u00e1ginas e 13 cap\u00edtulos, ser\u00e1 lan\u00e7ada hoje, \u00e0s 19h, naquela casa de intelectuais, na Rua da Paz, Centro. A solenidade ser\u00e1 presidida pelo presidente da AML, imortal Benedito Buzar. Trata-se do s\u00e9timo livro do autor.<\/p>\n<p>\u201cMaria Celeste da Terra e do Mar\u201d \u00e9 uma obra de fic\u00e7\u00e3o baseada em fatos reais. Waldemiro Viana construiu uma narrativa desenrolando um romance que emergiu de um mar de criatividade, fazendo jus a seus escritos anteriores dentro dessa linha. O livro aborda a hist\u00f3ria de uma linda retirante nordestina junto ao comandante do cargueiro chamado Maria Celeste, cujo acidente resultou em uma grande quantidade de mortos e feridos, maranhenses em sua grande maioria. Naquela \u00e9poca, o autor residia na Rua dos Rem\u00e9dios, esquina com a Rua do Alecrim e at\u00e9 hoje recorda as explos\u00f5es que estremeceram aquela regi\u00e3o da cidade.<\/p>\n<p>Definindo-se como \u201cescritor mit\u00f4mano\u201d, Viana esclarece na apresenta\u00e7\u00e3o do livro: \u201cAdvirta-se, ent\u00e3o, aos ilustres sacerdotes e sacerdotisas do sacrossanto Templo da Hist\u00f3ria, que evitem procurar inexistente agulha nesse fantasioso palheiro, pois caso o fa\u00e7am, ali somente ir\u00e3o encontrar as palhas desta saga que se destina a preencher outra finalidade. Mais que qualquer obra sua ou de outros autores, de fic\u00e7\u00e3o maranhense ou n\u00e3o, neste caso pede-se aos leitores que estendem a fronteiras ainda mais abertas aquela famosa \u2018willing suspension os desbilief\u2019, tida como impl\u00edcita em todo leitor de obra romanesca, nas palavras daquele exigente Coleridge\u201d.<\/p>\n<p><strong>Estrondo<\/strong><\/p>\n<p>Na orelha do livro, o escritor Benedito Buzar relata a rea\u00e7\u00e3o da cidade quando do epis\u00f3dio. Ele tinha 16 anos na \u00e9poca e estudava no Liceu Maranhense, de onde ouviu, por volta das 10h, o estrondo \u201ccomo se a cidade estivesse sendo bombardeada\u201d. \u201cAlunos e professores, apressadamente, deixam as salas de aulas e correm para a rua atr\u00e1s de not\u00edcias e saber de onde vinha aquele pipocar ensurdecedor, que se imaginava ser de balas e provindas de alguma luta entre vitorinistas e oposicionistas, que, naqueles tempos, viviam em permanente conflito pol\u00edtico\u201d.<\/p>\n<p>Waldemiro Viana assina tamb\u00e9m as obras \u201cGra\u00fana em Ro\u00e7a de Arroz\u201d (1995), \u201cA Question\u00e1vel Amoralidade de Apol\u00f4nio Proeza\u201d (1991), \u201co Mau Samaritano\u201d (1999), \u201cA Tara e a Toga\u201d (2010), \u201cO Pulha Fict\u00edcio\u201d (2012) e \u201cA Vez da Ca\u00e7a\u201d (2015), al\u00e9m de \u201cPassarela do Centen\u00e1rio e Outros Perfis\u201d (2008), que re\u00fane dados biogr\u00e1ficos em sonetos de todos os membros da AML. Atualmente, Viana ocupa-se na divulga\u00e7\u00e3o de \u201cMaria Celeste\u201d, mas pretende come\u00e7ar a escrever outro livro. \u201cSou um ficcionista que sempre carrega suas obras com humor\u201d, afirma Waldemiro Viana, cujas obras, no geral, carregam um teor de sensualidade.<\/p>\n<p><strong>Servi\u00e7o<\/strong><\/p>\n<p><strong>O qu\u00ea: <\/strong>Lan\u00e7amento do livro \u201cMaria Celeste da Terra e do Mar\u201d<\/p>\n<p><strong>Quando: <\/strong>Hoje, \u00e0s 19h<\/p>\n<p><strong>Onde: <\/strong>Academia Maranhense de Letras (AML)<\/p>\n<p><strong>Pre\u00e7o do livro: R$ 50,00<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Waldemiro Viana lan\u00e7a hoje, \u00e0s 19h, na Academia Maranhense de Letras, o livro \u201cMaria Celeste na Terra e no Mar\u201d, inspirado na trag\u00e9dia do navio hom\u00f4nimo A hist\u00f3ria de uma das mais terr\u00edveis trag\u00e9dias ocorridas na costa maranhense, a explos\u00e3o do navio Maria Celeste, em 16 de mar\u00e7o de 1954, serviu de inspira\u00e7\u00e3o para \u201cMaria [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":2012,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[28,1],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.academiamaranhense.org.br\/inf_aml\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2003"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.academiamaranhense.org.br\/inf_aml\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.academiamaranhense.org.br\/inf_aml\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.academiamaranhense.org.br\/inf_aml\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.academiamaranhense.org.br\/inf_aml\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2003"}],"version-history":[{"count":5,"href":"https:\/\/www.academiamaranhense.org.br\/inf_aml\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2003\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2020,"href":"https:\/\/www.academiamaranhense.org.br\/inf_aml\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2003\/revisions\/2020"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.academiamaranhense.org.br\/inf_aml\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2012"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.academiamaranhense.org.br\/inf_aml\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2003"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.academiamaranhense.org.br\/inf_aml\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2003"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.academiamaranhense.org.br\/inf_aml\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2003"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}