{"id":1070,"date":"2014-03-04T11:58:16","date_gmt":"2014-03-04T11:58:16","guid":{"rendered":"http:\/\/www.academiamaranhense.org.br\/inf_aml\/?p=1070"},"modified":"2020-03-07T10:50:00","modified_gmt":"2020-03-07T13:50:00","slug":"turibio-santos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.academiamaranhense.org.br\/inf_aml\/turibio-santos\/","title":{"rendered":"Tur\u00edbio Santos"},"content":{"rendered":"<div id=\"tab1\" class=\"info_tabs\">\n<h1>Biografia<\/h1>\n<p>Turibio Soares Santos nasceu em 07\/03\/43 em S\u00e3o Luis do Maranh\u00e3o. Seu pai, Tur\u00edbio Soares da Silva Santos Filho e sua m\u00e3e, Neide Lobato Soares Santos, tamb\u00e9m maranhenses, eram pessoas alegres, amantes da m\u00fasica e das serestas. A fam\u00edlia radicou-se no Rio de Janeiro em 1946, trazendo a irm\u00e3 rec\u00e9m-nascida de Turibio, Giselda. Os irm\u00e3os Ronaldo e Cl\u00e1udio nasceram no Rio de Janeiro respectivamente em 1948 e 1955.<br \/>\nNa chegada, a fam\u00edlia hospedou-se com os av\u00f3s de Tur\u00edbio, Dona Martiniana e seu Isaac Lobato, na Tijuca. Mais tarde mudaram-se para Copacabana, em 1948, num dos primeiros pr\u00e9dios da Avenida Nossa Senhora de Copacabana o 109, no posto Dois.<br \/>\nNesse endere\u00e7o a fam\u00edlia recebia em 1950, as irm\u00e3s mais velhas de Tur\u00edbio, do primeiro matrim\u00f4nio do pai, Lilah e Concei\u00e7\u00e3o vindas do Maranh\u00e3o. Elas, como o pai, eram seresteiras e gostavam de um viol\u00e3o. O pequeno Tur\u00edbio, acostumado a ouvir o pai e as irm\u00e3s, aos 12 anos de idade pediu a m\u00e3e para aprender o instrumento. As primeiras aulas ser\u00e3o com Molina e Francisco Amaral, professores das irm\u00e3s. Os progressos s\u00e3o muito r\u00e1pidos e surpreendem a fam\u00edlia.<br \/>\nEm 1955, assiste na companhia de seu pai, um filme do mestre espanhol Andr\u00e9s Seg\u00f3via na Embaixada dos Estados Unidos no Rio. Nessa noite conhece tr\u00eas personagens importantes na sua vida: Ant\u00f4nio Rebello (que viria a ser seu professor de viol\u00e3o), Herm\u00ednio Bello de Carvalho (poeta, produtor e aluno de Ant\u00f4nio Rebello) e Jodacil Damaceno (violonista assistente de Ant\u00f4nio Rebello). Com Rebello formar\u00e1 uma s\u00f3lida base profissional, Jodacil vai lhe mostrar todo o universo do viol\u00e3o cl\u00e1ssico e Herm\u00ednio o da m\u00fasica popular com os amigos Jac\u00f3 do Bandolim, Ismael Silva, Paulinho da Viola, Clementina de Jesus, Araci de Almeida, Dino 7 cordas, C\u00e9sar Farias, Nicanor Teixeira, Elizeth Cardoso, Radam\u00e9s Gnattali e Pixinguinha.<br \/>\nJ\u00e1 estudando com Ant\u00f4nio Rebello, Tur\u00edbio conhece Heitor Villa-Lobos em 1958, numa confer\u00eancia do compositor na Escola de Canto Orfe\u00f4nico, na Urca. A pedido de Herm\u00ednio Bello de Carvalho ele anota meticulosamente os detalhes da confer\u00eancia, o que resultar\u00e1 no livro &#8220;Villa-Lobos e o Viol\u00e3o&#8221; editado anos mais tarde pelo Museu Villa-Lobos. Seus estudos musicais v\u00e3o sendo feitos com professores particulares at\u00e9 chegar as m\u00e3os de Edino Krieger, de quem vem a se tornar um grande amigo.<br \/>\nEm 1961, numa confer\u00eancia de Herm\u00ednio Bello de Carvalho sobre a obra de Villa-Lobos Tur\u00edbio tocar\u00e1 para Arminda Villa-Lobos e ser\u00e1 por ela convidado a gravar a primeira vers\u00e3o integral dos 12 Estudos do maestro (dedicados a Andr\u00e9s Seg\u00f3via) para o rec\u00e9m-fundado Museu Villa-Lobos.<br \/>\nEntre tradu\u00e7\u00f5es de livrinhos de bolso e aulas de viol\u00e3o, o jovem Tur\u00edbio tenta manter-se fiel ao instrumento. No entanto, na \u00e9poca, a m\u00fasica \u00e9 mal vista como meio de vida e ele ingressa na Faculdade Nacional de Arquitetura, em 1962.<br \/>\nNesse mesmo ano, em 27 de julho, dar\u00e1 seu primeiro recital em sua terra natal, S\u00e3o Lu\u00eds, no Teatro Artur Azevedo, o segundo no Rio de Janeiro na ABI em 17 de agosto e o terceiro no Festival Villa-Lobos, em novembro, executando o Sexteto M\u00edstico em 1\u00aa audi\u00e7\u00e3o mundial.<br \/>\nEm 1963, Tur\u00edbio Santos grava em duo com Oscar C\u00e1ceres, seu amigo uruguaio e professor desde 1959, para o selo Caravelle. A partir desse momento a carreira profissional \u00e9 inevit\u00e1vel. No Festival Villa-Lobos de 63 executa os 12 Estudos em 1\u00aa audi\u00e7\u00e3o da s\u00e9rie integral.<br \/>\nEm 1965, ganha o 1\u00ba Pr\u00eamio do Concurso Internacional da ORTF em Paris e lan\u00e7a sua carreira internacional.<br \/>\nCom a vit\u00f3ria no VII Concours International de Guitare da ORTF (Office de Radiodiffusion et Television Fran\u00e7aise), tem a oportunidade de radicar-se na Fran\u00e7a. Recebe ent\u00e3o, um convite para lecionar no Conservat\u00f3rio do Xeme arrondissement em Paris.<br \/>\nNos meses de julho e agosto estuda respectivamente com Julian Bream e Andr\u00e9s Seg\u00f3via. O impacto dos dois mestres marca profundamente Tur\u00edbio. Ele gravar\u00e1 seus primeiros discos na Europa para a RCA em 1967 e 1968: um 45 rota\u00e7\u00f5es com obras de Barrios (A Catedral) e Villa-Lobos (Choros n\u00ba 1) e um LP acompanhando a cantora brasileira radicada em Paris, Maria D&#8217;Apparecida (com can\u00e7\u00f5es de Waldemar Henrique, Heckel Tavares, Villa-Lobos, Jayme Ovalle).<br \/>\nEm 30.12.66 Tur\u00edbio casa-se com Sandra Assun\u00e7\u00e3o. Nessa rela\u00e7\u00e3o ter\u00e1 2 filhos Ricardo (08.12.70) e Manuela (30.12.72), ambos nascidos em Paris.<br \/>\nNo ano de 1968, janeiro, Tur\u00edbio \u00e9 convidado a gravar o Concerto de Aranjuez com o Colegium Musicum de Paris, para a Musidisc Europe, e repert\u00f3rio espanhol de sua livre escolha. O disco, vendido a pre\u00e7os populares atinge a marca de 300.000 exemplares, abrindo-lhe o mercado fonogr\u00e1fico Europeu.<br \/>\nDe 1965 a 1970, Tur\u00edbio ter\u00e1 uma rela\u00e7\u00e3o profissional estreita com o produtor franc\u00eas Robert Vidal, mas permanentemente conflitante at\u00e9 um rompimento radical. Durante esse per\u00edodo ele realiza in\u00fameras turn\u00eas para as Jeunesses Musicales de France e programas de r\u00e1dio com um enorme repert\u00f3rio, muitas vezes gravado em leituras a primeira vista na ORTF.<br \/>\nSua carreira na Inglaterra \u00e9 lan\u00e7ada com o aux\u00edlio de Raquel Braune da Embaixada do Brasil e da empres\u00e1ria Helen Jennings, em 1967. Tur\u00edbio come\u00e7a a tocar intensivamente nesse pa\u00eds.<br \/>\nDepois de seus dois primeiros discos gravados para a Erato (Os 12 Estudos de Villa-Lobos e o Concerto para Viol\u00e3o e Orquestra, Sexteto M\u00edstico e Prel\u00fadios) \u00e9 convidado pela Erato na condi\u00e7\u00e3o de artista exclusivo para gravar mais 14 discos durante 14 anos que se seguiram.<br \/>\nResidindo em Paris, Tur\u00edbio adota a rotina de apresentar-se no Brasil nos meses do ver\u00e3o europeu. O Maestro Eleazar de Carvalho convida-o seguidamente para o Festival de Campos do Jord\u00e3o. Nos primeiros 10 anos de sua estada em Paris Tur\u00edbio percorre in\u00fameros pa\u00edses gravando sem parar, empresariado pelo Bureau Yves Dandelot.<br \/>\nUma de suas atividades mais importantes foi a cria\u00e7\u00e3o de uma cole\u00e7\u00e3o de obras para viol\u00e3o na Editora Max Eschig. Nela figuram originais de Cl\u00e1udio Santoro, Edino Krieger, Ricardo Tacuchian, Francisco Mignone, Almeida Prado, Radam\u00e9s Gnattali, Nicanor Teixeira, todas dedicadas ao violonista. Mas tamb\u00e9m estreia obras de compositores franceses: Andre Jolivet, Henri Sauguet e Darius Milhaud.<br \/>\nAo mesmo tempo editava na Ricordi de S\u00e3o Paulo uma colet\u00e2nea resgatando a obra de Jo\u00e3o Pernambuco, parte gravada por ele em Paris. Garoto (Anibal Sardinha) e Dilermando Reis tamb\u00e9m elencaram seus discos europeus, criando espa\u00e7o precursor para a m\u00fasica brasileira.<br \/>\nEm 1984 Tur\u00edbio comp\u00f5e a can\u00e7\u00e3o Pagu, quando realiza o roteiro musical do filme de mesmo nome, juntamente com Roberto Gnattali. O roteiro ser\u00e1 agraciado com o Kikito do Festival de Gramado.<br \/>\nEntre os concertos de mais destaque da sua carreira internacional figura o da cria\u00e7\u00e3o do Fonds D&#8217;Entreaide Musicale da Unesco, em companhia de M. Rostropovitch e Y. Menuhin (1974), acompanhando a soprano Victoria de Los Angeles (New York, no Y), recital com Yehudi Menuhin em Gstaad (1977), turn\u00ea no navio de cruzeiros musicais Renaissance (1972), recital no Petit Palais de Marie Antoinnette (Versailles) e como solista diante das orquestras Royal Philharmonic Orchestra, English Chamber Orchestra, Orchestre National de France, Orchestre J. F. Paillard, Orchestre National de L&#8217;Op\u00e9ra de Monte-Carlo, Concerts Pasdeloup, Concerts Colonne, Orquestra Sinf\u00f4nica Brasileira, Orquestra do Teatro Nacional de Bras\u00edlia, Orquestra do Teatro Municipal do Rio de Janeiro, Orquestra Petrobr\u00e1s Pr\u00f3-M\u00fasica (da qual tem a honra de ser o padrinho).<br \/>\nEm 1974, Tur\u00edbio Santos, fixa resid\u00eancia novamente no Rio de Janeiro embora viaje permanentemente at\u00e9 1980, quando decide suspender as grandes turn\u00eas internacionais.<br \/>\nEm 1980 ele \u00e9 convidado pelo escritor e amigo Guilherme Figueiredo a dirigir a Sala Cec\u00edlia Meireles, trabalho que realiza at\u00e9 a sa\u00edda de Guilherme da Presid\u00eancia da FUNARJ, seis meses depois.<br \/>\nAo mesmo tempo, sob a inspira\u00e7\u00e3o do compositor Ricardo Tacuchian, \u00e9 convidado a criar o curso de viol\u00e3o na Escola de M\u00fasica da UFRJ (antiga Escola Nacional de M\u00fasica). Em 1981 assume a responsabilidade de fazer a mesma coisa na UNI-RIO.<br \/>\nComo fruto dessas atividades \u00e9 criada em 1982 a Orquestra de Viol\u00f5es do Rio de Janeiro, formada por alunos de ambas as universidades. Ela grava (Kuarup) e apresenta-se no Teatro Municipal do Rio de Janeiro e em v\u00e1rias capitais do pa\u00eds. V\u00e1rios compositores escrevem para a orquestra (ou transcrevem originais) como Radam\u00e9s Gnattali, Francisco Mignone, Edino Krieger, Roberto Gnattali. Anos mais tarde, ser\u00e1 criada a Orquestra Brasileira de Viol\u00f5es que gravar\u00e1 para a VISON Discos.<br \/>\nEm 1985, falece a madrinha musical de Tur\u00edbio e sua grande amiga Arminda Villa-Lobos. O violonista \u00e9 convidado para dirigir o Museu Villa-Lobos mas prefere ser assessor da pianista Sonia Maria Sttrut, sobrinha de Arminda.<br \/>\nEm 1986, Joaquim Falc\u00e3o, presidente da Funda\u00e7\u00e3o Nacional pr\u00f3-Mem\u00f3ria , convida-o para assumir o posto de Diretor. Tur\u00edbio aceita e sua primeira miss\u00e3o foi transferir o Museu do 9\u00ba andar do pr\u00e9dio onde se localizava (hoje o Pal\u00e1cio da Cultura) para a bela casa em Botafogo que Arminda destinara como futura sede: Rua Sorocaba, 200.<br \/>\nEm 1987 o Museu Villa-lobos lidera as comemora\u00e7\u00f5es do centen\u00e1rio do compositor em todo o pa\u00eds, realizando mais de 700 concertos.<br \/>\nSandra e Tur\u00edbio, divorciam-se em 1988 encerrando um casamento que durou 22 anos. No ano seguinte casa-se com Marta Clemente e adota seus enteados: J\u00falio e Alberto.<br \/>\nA partir de 1990 lan\u00e7a novas obras de compositores brasileiros. Sua amizade com Guinga e S\u00e9rgio Barboza marca o seu repert\u00f3rio da d\u00e9cada.<br \/>\nAt\u00e9 2002 tem gravado no Brasil discos com a VISON, RITORNELLO, SONY, KUARUP e ROB Digital. No entanto, suas antigas matrizes da ERATO s\u00e3o constantemente relan\u00e7adas pela WARNER (WEA) em compila\u00e7\u00f5es.<br \/>\nDesde que assumiu a dire\u00e7\u00e3o do Museu Villa-Lobos, Tur\u00edbio preocupou-se em dar um desempenho social ao Museu, al\u00e9m do institucional de guardi\u00e3o da obra de Villa-Lobos. Isso levou-o a apoiar um movimento musical na Comunidade Santa Marta (pr\u00f3xima do Museu) e incentivar a realiza\u00e7\u00e3o de Concertos Did\u00e1ticos na sede da institui\u00e7\u00e3o, para escolas p\u00fablicas e particulares. Fundou a Associa\u00e7\u00e3o de Amigos do Museu Villa-Lobos\/AAMVL (1987), que tem servido de refer\u00eancia para outras institui\u00e7\u00f5es.<br \/>\nEm 2000, a convite da familia Moreira Salles, atraves do cineasta Jo\u00e3o Salles, ele aceita coordenar o &#8220;Projeto Villa-Lobinhos&#8221; destinado a proporcionar uma oportunidade profissional para crian\u00e7as carentes desejando ser m\u00fasicos. Com os alunos (hoje professores universit\u00e1rios) do antigo projeto na comunidade Santa Marta, um curso \u00e9 organizado e tem como resposta um forte apoio da sociedade.<br \/>\nSucedendo o &#8220;Projeto Villa-Lobinhos&#8221; o Museu Villa-Lobos e sua Associa\u00e7\u00e3o de Amigos lan\u00e7aram em 2007, um projeto com o mesmo objetivo,dirigido por Turibio Santos e patrocinado pela Petrobras:&#8221;Villa-Lobos e as Crian\u00e7as&#8221;<br \/>\nTur\u00edbio gravou seu 55\u00ba disco em Companhia do Quarteto de Bras\u00edlia e dirigiu uma bem sucedida edi\u00e7\u00e3o de m\u00fasica na Editora Jorge Zahar com o t\u00edtulo &#8220;Viol\u00e3o Amigo&#8221;. No dia 02 de julho de 2002 lan\u00e7ou seu livro &#8220;Mentiras&#8230;ou n\u00e3o?&#8221; pela Zahar na sede da Academia Brasileira de M\u00fasica, na qual \u00e9 titular da cadeira 38 desde 1992.<br \/>\nOs \u00faltimos lan\u00e7amentos discogr\u00e1ficos de Turibio foram respectivamente &#8220;Turibio Santos interpreta Agustin Barrios&#8221; na Delira discos,&#8221;Viol\u00e3o Sinf\u00f4nico&#8221;,com os concertos para viol\u00e3o e orquestra de Edino Krieger e Sergio Barboza dedicados a ele e o Concerto de Villa-Lobos,dedicado a Andres Segovia, e a &#8220;Introdu\u00e7\u00e3o aos Choros&#8221;,tambem de Heitor Villa-Lobos,todos sob a regencia de Silvio Barbato.Essa grava\u00e7\u00e3o foi indicada para o Grammy Latino em 2008.Comemorando seus 65 anos em 7\/3\/2008 Turibio lan\u00e7ou seu 65\u00ba cd :&#8221;Mistura Brasileira&#8221; com musicas de Villa-Lobos,Tom Jobim,Ricardo Santos e do pr\u00f3prio Turibio.<br \/>\nEm setembro de 2010 Turibio gravou um CD com a Orquestra de C\u00e2mara do Estado de Mato Grosso sob a reg\u00eancia de Leandro Carvalho com tr\u00eas concertos para viol\u00e3o e cordas:Concerto de Heitor Villa-Lobos,Concerto de Ricardo Tacuchian (dedicado a Turibio) e Suite de Dan\u00e7as Concertantes de Turibio Santos. Em outubro de 2010,comemorando os 30 anos do in\u00edcio do curso de viol\u00e3o na UFRJ Turibio tocou sua Suite de Dan\u00e7as e o Concerto de Ricardo Tacuchian ,na Sala Leopoldo Miguez, com a Orquestra da Escola de M\u00fasica,regida por Ernani Aguiar<br \/>\nTuribio Santos foi condecorado como Chevalier de la Legion D&#8217;Honneur pelo Governo Franc\u00eas em 1985 pelo Governo Brasileiro como Oficial da Ordem do Cruzeiro do Sul em 1989.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<div id=\"tab2\" class=\"info_tabs\">\n<h1>Bibliografia<\/h1>\n<p>Aguarde, em breve atualiza\u00e7\u00e3o&#8230;<\/p>\n<\/div>\n<div id=\"tab3\" class=\"info_tabs\">\n<h1>Discursos de Posse<\/h1>\n<p>Aguarde, em breve atualiza\u00e7\u00e3o&#8230;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<div id=\"tab4\" class=\"info_tabs\">\n<h1>Textos Escolhidos<\/h1>\n<p>Aguarde, em breve atualiza\u00e7\u00e3o&#8230;<\/p>\n<\/div>\n<div id=\"tab5\" class=\"info_tabs\">\n<h1>Iconografia<\/h1>\n<p>Aguarde, em breve atualiza\u00e7\u00e3o&#8230;<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Biografia Turibio Soares Santos nasceu em 07\/03\/43 em S\u00e3o Luis do Maranh\u00e3o. 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