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Imortais revisitados

24 de novembro de 2016

Alunos do Colégio Dom Bosco participam hoje, às 19h, na Academia Maranhense de Letras, do projeto “Um dia como acadêmico na AML”, quando falarão sobre a história dos 12 imortais que fundaram a instituição
Alunos vão homenagear os fundadores da Academia Maranhense de Letras (Foto: Divulgação)

Alunos vão homenagear os fundadores da Academia Maranhense de Letras (Foto: Divulgação)

Um grupo de estudantes do ensino fundamental terá um dia diferente nesta quinta-feira. Por meio do projeto “Um dia como acadêmico na AML”, alunos do Colégio Dom Bosco serão recebidos na Academia Maranhense de Letras (AML), às 19h, para homenagear os 12 fundadores da Casa de Antônio Lobo, na Rua da Paz. Os estudantes, alunos do 8º e do 9º anos, irão falar sobre os imortais Antônio Lobo, Alfredo de Assis Castro, Astolfo Marques, Barbosa de Godóis, Corrêa de Araújo, Clodoaldo Freitas, Domingos Barbosa, Fran Paxeco, Godofredo Viana, Xavier de Carvalho, Ribeiro do Amaral e Armando Vieira da Silva.

Segundo a professora Marineis Merçon, os estudantes discorrerão sobre a história dos homenageados na literatura, o porquê das cadeiras que ocuparam, seus patronos e contarão um pouco da vida desses autores. “Hoje, a academia tem 40 cadeiras, mas esse número já foi bem reduzido. Os alunos participantes do projeto têm idades entre 13 e 15 anos. A iniciativa partiu da instituição, na figura dos professores Benedito Buzar, presidente da casa, e Sebastião Duarte”, disse Manineis Merçon.

A Academia Maranhense de Letras já tinha parceria com as escolas públicas de São Luís. Agora, começa a desenvolver projetos com as escolas particulares, começando pelo Colégio Dom Bosco, que tem trabalho voltado para a literatura e as artes, inclusive realizando a “Semana de Arte e Literatura”, sempre no mês de maio. Conforme a professora, a seleção dos alunos se deu por meio de edital, e foram 20 alunos inscritos. A partir daí, foram selecionados 12.

Os estudantes são 11 meninas e um garoto. Para Gabryelle Franco, participar é uma honra. “Eu me sinto honrada em participar desse projeto em homenagem às figuras ilustres da literatura maranhense”, disse. Thália Haidar, por sua vez, frisou que “o projeto é uma boa iniciativa que a AML e o Dom Bosco realizam no sentido de aproximar a juventude dos literatos”. Para Amanda Victória, “é uma oportunidade extraordinária que se abre para a juventude maranhense, para que ela interaja com as coisas da cultura”. Isabelle Carvalho disse que é interessante participar pela aproximação dos jovens maranhenses com os “homens estes que fazem a cultura de nossa terra”.

Conforme Benedito Buzar, o projeto deveria ter sido apresentado em agosto, quando a academia comemorou 108 anos. “Mas ficou muito em cima, e passou para a semana da criança, quando também não ocorreu. Aí ficou para novembro. Como a academia estava empenhada este ano em visitar as escolas, fizemos visitas no primeiro semestre e dar continuidade neste segundo semestre, mas com outro enfoque, com uma apresentação cênica, tendo como projeto pioneiro o Dom Bosco, que tem tradição em projetos na área das artes”, finalizou Buzar.

Serviço

O quê

Projeto “Um dia como acadêmico na AML”

Quando

Hoje, às 19h

Onde

Academia Maranhense de Letras (Rua da Paz)