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Reformas

                    A Diretoria presidida por Jomar Moraes, que, com exceção de alguns de seus membros, foi reeleita de 1984 a 2006, desenvolveu, a contar desse ano, diversas atividades voltadas para o melhor e mais dinâmico funcionamento da Academia.
Tornou-se isso possível graças à completa reforma do prédio-sede, compreendendo obras ali iniciadas em abril de 1984 e concluídas em janeiro de 1986, e que constaram da restauração de todo o imóvel, da ampliação e adaptação de espaços, bem assim da aquisição de móveis e equipamentos. Esses trabalhos, para os quais contribuíram órgãos públicos e empresas privadas, foram ultimados graças à substancial ajuda financeira do Governo Federal, à época chefiado pelo acadêmico José Sarney.
                     Concluída essa tarefa absolutamente prioritária e indispensável para dar à Academia uma sede condigna, seguiram-se outras iniciativas. Destacam-se, entre elas: a realização de cursos e concursos literários; a cessão do auditório para diversas atividades culturais; a promoção de lançamentos literários, palestras, conferências e exposições de artes plásticas; a criação da Livraria Maranhense Ltda.; a manutenção de um programa editorial; a retomada da publicação da Revista; a restauração de um sobrado em Alcântara, onde funciona, desde 6 de maio de 1988, a Pousada do Mordomo Régio; a reorganização da Biblioteca da Academia, que passou a ser denominada Astolfo Marques, especializada em literatura maranhense, e cujo acervo é um dos mais importantes, em sua especialidade, da capital maranhense.

                    Em 2007, durante a presidência do acadêmico Joaquim Itapary, foi realizada nova reforma no prédio-sede, com substituição das cadeiras do auditório, troca das tribunas, ampliação do espaço físico da biblioteca e catalogação eletrônica de seu acervo.