Fundada a 10 de agosto de 1908, por Antônio Lobo, Alfredo de Assis Castro, Astolfo Marques, Barbosa de Godóis, Corrêa de Araújo, Clodoaldo Freitas, Domingos Barbosa, Fran Paxeco, Godofredo Viana, I. Xavier de Carvalho, Ribeiro do Amaral e Armando Vieira da Silva.

Considerada de utilidade pública pelo Dec. Nº 92, de 19.nov.1918, do governador Urbano Santos da Costa Araújo. Determinava ainda esse ato que o Estado daria à Academia “sede condigna, no edifício a construir-se para a Biblioteca Pública”, e que a Imprensa Oficial lhe editaria a Revista.

Sede própria: imóvel construído para sediar a Escola de Primeiras Letras da Freguesia de Nossa Senhora da Vitória, e solenemente inaugurado a 28.jul.1874. Além de sediar, em épocas diversas, diferentes escolas, esse imóvel abrigou, em duas ocasiões, a Biblioteca Pública do Estado. Tinha tal função quando, em seu salão nobre, foi fundada a Academia, que nele passou a ter sua sede própria, graças à Lei Nº 320, de 3.fev.1949, de iniciativa e sanção do governador Sebastião Archer da Silva.

 

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