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Academia Maranhense de Letras

Joaquim Haickel

Cadeira 37


Carta aberta a Léo san*

13 de fevereiro de 2011

Jornal: O Estado do Maranhão 13 de Fevereiro de 2011 – Domingo Por: Joaquim Haickel A superação das dificuldades da vida através do esporte não é novidade no Brasil. Todos nós conhecemos muitas histórias de meninos e meninas que vieram de situação desfavorável e conquistaram uma vida nova, através da dedicação e do amor a uma modalidade esportiva. O esporte faz isso, sem falar no fator de proteção que ele traz em si, sem falar na distância regulamentar que o esporte deixa os jovens das drogas e dos crimes de um modo geral. Essa superação de que falo aconteceu novamente […]


José Carlos Sousa Silva

Cadeira 33


A vida humana

13 de fevereiro de 2011

Jornal: O Estado do Maranhão 06 de Fevereiro de 2011 – Domingo Por: José Carlos Sousa Silva Hoje, é muito fácil o homem ou a mulher ver o mundo e as relações sociais que nele se sucedem a todo instante. Muito difícil, porém, é compreender as causas, ou motivos da prática crescente da violência contra a vida humana. Todos os seres humanos querem viver, porém nem todos valorizam a vida de seus semelhantes. Por isso, o homicídio, ou seja, matar alguém, está sendo muito freqüente. Esse crime cresce a todo instante no mundo inteiro. Por quê? O denominado ser humano […]


Ivan Sarney

Cadeira 17


A recorrente necessidade de novas utopias

13 de fevereiro de 2011

Jornal: O Estado do Maranhão 13 de Fevereiro de 2011 – Domingo Por: Ivan Sarney Faz parte da imanência humana a projeção de sonhos e esperanças, como forma de motivação para enfrentar as agruras do cotidiano e para projetar o amanhã. Cada um, em seu universo interior, idealiza e projeta suas próprias utopias como mecanismo de defesa de seu sistema emocional, psíquico, biológico, como forma de sobrevivência mesmo. Projetadas, elas passam a ser a grande força motriz de nossa existência, de nossos projetos de vida, contribuindo para as utopias e realizações coletivas, na medida em que são partilhadas com outrem. […]


Ewerton Neto

Cadeira 11


Rindo para ter longa vida

12 de fevereiro de 2011

Jornal: O Estado do Maranhão 12 de Fevereiro de 2011 – Sábado Por: José Ewerton Neto 1. Sol-Hidramix Riosraios Paraíso Diforças Almeixeixas Hinfinito é de Chapadinha e mora em São Mateus onde é dono de uma borracharia. Passou para a literatura através de Nelin Vieira, publicitário e escritor que, num furo de jornalismo literário, identificou o tragicômico por trás do seu extravagante nome e o transformou em personagem de um conto do seu livro “O centésimo emprego de Seu Lelé Bristol”. Mereceu também uma crônica do escritor José Sarney, uma incursão no recente livro de Bruno Azevedo “ O Monstro […]


Ubiratan Teixeira

Cadeira ubiratan-teixeira


Rindo para ter longa vida

11 de fevereiro de 2011

Jornal: O Estado do Maranhão 11 de fevereiro de 2011 – Sexta – feira Por: Ubiratan Teixeira Sou um leitor compulsivo de revistas em quadrinhos; sempre fui. Fui alfabetizado lendo no Tico-Tico, acompanhei toda a Segunda Guerra Mundial pelo Gibi Mensal e Globo Juvenil, conheci toda a sordidez da política internacional pelos desenhos de Crepax, Schulz, Quino, Stan Lee e tantos outros gênios do traço crítico/humorístico; isso numa época em que os educadores imprecavam contra os qua-drinhos, consideravam o gibi sub-literatura que nazificava os mais jovens (década de 40), aquela que embotava os cérebros juvenis, levava a infância ao crime, […]


Jomar Moraes

Cadeira 10


Ainda Serra de Castro e Antônio de Oliveira

9 de fevereiro de 2011

Jornal: O Estado do Maranhão 09 de fevereiro de 2011 – Quarta – feira Por: Jomar Moraes Volto hoje ao assunto versado aqui, na última quarta-feira, a propósito do calendário há 17 anos editado pela Academia Maranhense de Letras, e que, neste ano evoca os centenários de nascimento dos acadêmicos Antônio de Oliveira e Serra de Castro. Este foi pediatra que se notabilizou no exercício de sua especialidade, e na condição de docente em duas prestigiosas instituições de ensino médico superior, ambas situadas no Rio de Janeiro, onde o ilustre profissional era radicado desde a juventude. Serra de Castro, a […]


Sálvio Dino

Cadeira 32


Grajaú- 200 anos- VII – Ser Grajauense

8 de fevereiro de 2011

Jornal: O Estado do Maranhão 08 de fevereiro de 2011 – terça-feira Por: Sálvio Dino É sentir o amor como sentiu o apóstolo Paulo. Ainda que eu fale todas as línguas dos homens; ainda que distribua todos os meus bens e entregue meu próprio corpo a ser queimado, se todavia, não tiver amor pelo nosso Grajaú, nada disso se aproveitará. Ser Grajauense É sentir, bem de perto, o cheiro da civilização sertaneja, em dois séculos, nascidos nas águas do Porto da Chapada. É ser testemunha viva do avanço do tempo, tempo de atmosfera balsâmica, sob a luz histórica, coada pela […]