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Academia Maranhense de Letras

Ewerton Neto

Cadeira 11


CERTEZAS QUE A PANDEMIA ENSINOU

8 de janeiro de 2021

Lei da Ignorância Humana, de Tedros Adhanom, da OMS1.“Quanto mais tempo a Pandemia passa, menos se sabe sobre ela.” Dispensa comprovação. Cada vez que Tedros abre a boca, mais a tese é confirmada. Dizem que ela deriva da máxima de Confúcio. “Quanto mais sei, mais sei que nada sei.” No caso de Adhanom ficaria melhor se adaptada “Quanto mais finjo que sei, mais fica evidente – até para o que não sabem-, que eu nada sei.” Lei da Contra-Vacina, de Jorge Dória e Bolsonaro. (Os dois brigam para ter o direito de dar nome a essa Lei) 2. “Não existe vacina capaz de salvar um homem de si mesmo!”Tão evidente que dispensa comentários.Lei da Ausência de Idéias, de Luan Santana e Anitta (…)4.” Quanto mais se pensa na Pandemia, menos aparecem as idéias.”Como todos sabem, as boas idéias escassearam na Pandemia tendo como conseqüência a proliferação de lives de música sertaneja, onde quem canta não pensa e, muito menos, quem assiste. Lei da Reação Desproporcional, de Mike Tysson5. “Na Pandemia a Lei de Newton da Ação e da Reação (igual e contrária) não se aplica.” A constatação parece evidente quando se compara a desproporcionalidade entre a ação destrutiva de um minúsculo- quase- ser-vivo como O Covid 19 com a reação fragilizada do ser humano, um milhão de vezes maior em tamanho, porém decididamente sem fortalezas (de cérebro e corpo) para resistir ao confronto. Lei da Certeza de Sempre, do papa Francisco. 6.”A única certeza que evolui satisfatória e rapidamente durante uma Pandemia é a de que você vai morrer um dia.”Claro que isso nunca foi novidade. A merda é que os homens haviam se esquecido disso.