A PALAVRA DO PRESIDENTE

Estou na fase regressiva do meu mandato como presidente desta Academia e tenho a convicção do muito que foi e está sendo realizado. Continuo enfrentando dificuldades, como as causadas pela pandemia do coronavírus e outras surgidas, como é natural acontecer em qualquer administração que busque implantar o seu estilo próprio de agir. Ainda assim, esta é a quarta edição desta Revista em pouco mais de um ano de exercício. Já examino a composição de mais uma, a quinta, para fechar, em menos de dois anos, à frente da Casa de Antônio Lobo.

Impõe-se-me, no entanto, proclamar, em especial, que o sucesso obtido por esta Revista deve-se, a partir de indispensável planejamento, a uma excelente equipe de trabalho, que juntou boa vontade e esforços pessoais, dando de si o melhor que poderia no cumprimento de seu mister.

Este nosso órgão oficial de divulgação segue, assim, na sua marcha vitoriosa, atento às necessidades de mudanças plenamente justificáveis, porém consciente de que jamais se afastará da linha mestra que o tem conduzido ao atual patamar. Tenho certeza de que contarei com a colaboração de todos, para que possamos continuar produzindo esta Revista sob o melhor padrão de qualidade gráfica e de conteúdo, tal como tem ocorrido até agora.

Desejo valer-me desta oportunidade para transmitir aos estimados confrades e ao público ledor desta Revista, que já foram preenchidas três cadeiras de sócios efetivos da Academia Maranhense de Letras, das quatro que se achavam vagas, pela perda muito sentida dos que partiram, mas deixaram confirmadas suas imortalidades. Com o pleito que ocorrerá a 21 de outubro próximo, passaremos a ver composto em sua inteireza o Quadro da Casa de Antônio Lobo, restando apenas que sejam agendadas as respectivas posses.

Devo, assim, agradecer aos meus companheiros da Academia pela imensa colaboração prestada no exercício democrático dos pleitos realizados. Constato a maturidade de todos, que se reúnem semanalmente para o cultivo das letras, sem que prevaleçam preconceitos individuais, pois estes são substituídos pelo bom senso dominante. Aliás, o que faz a nossa Instituição ser sempre viva e vigorosa é o espírito de convergência de ideias, na defesa da nossa língua e da nossa cultura.

Finalmente, ao público em geral, a quem também é destinada esta Revista, juntamente com os agradecimentos pelo prestígio recebido vai o meu apelo no sentido de que se manifestem com frequência, opinando sobre este devotado trabalho que chega às suas mãos.

Carlos Gaspar
Presidente

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