A dança das flores

Os brasileiros não mantêm o costume de se apresentar usando o nome de família e sim apenas o primeiro nome, bem conhecido no mundo do futebol. Dante, por exemplo, não se trata de um poeta italiano do final da idade média, mas do meio cam¬pista que joga no Bayem de Munique. Por outro lado, Sérgio é um poeta brasileiro, um artesão que transforma artisticamente suas palavras em arte, assim como faz esse mestre de marcenaria, que mora há anos em Laim, Munique, transformando as melhores madeiras em móveis artísticos e belos. No Brasil, seu país de origem, conforme fala, teve seu primeiro livro de poesias com o título “Pétala por pétala” publicado pela Giz Edito¬rial de São Paulo há pouco mais de quatro anos. Em relação a Portugal, há tempos que o Brasil vem se emancipando, essa emancipação teve seu iníquo nas décadas de 20 do século pas¬sado através do movimento modernista. Já jaz um bom tempo que os brasileiros são conhecidos e admirados por todo o mundo, levando sua literatura para as pessoas do mundo inteiro. O Brasil se orgulha dos seus poetas, bem como dos seus ídolos de futebol, conhecidos pelo mundo a fora. E o mundo de Sérgio, beija-flor-poeta, o Poeta Colibri, é um mundo rico em imagens, fantasias, um mundo barroco.

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