Sexta para a literatura

Nona edição da Feira do Livro de São Luís prossegue hoje com lançamentos de obras e debates; entre os lançamentos, os livros “1612: os papagaios amarelos na Ilha do Maranhão e a fundação de São Luís”, e “Mario Meireles: Historiador e Poeta”, da escritora
\"José

Prestes a ser encerrada, a programação da nona edição da Feira do Livro de São Luís prossegue hoje com lançamentos em estandes de editoras e debates no Café Literário. O escritor José Ewerton Neto relançará seu livro “ABC Bem Humorado de São Luís”, às 18h, no estande da livraria Vozes. Robson Miguez, por sua vez, apresentará duas obras, “Faz de Conta”, e “Teatro do Absurdo”, às 20h, na Casa do Maranhão.

A promotora de Justiça e escritora Ana Luiza Almeida Ferro discorrerá sobre os livros “Mário Meireles”, e com o acadêmico Carlos Gaspar, debaterá o tema “Mário Meireles”, às 17h, no Centro de Criatividade Odylo Costa, filho. Ela lançará ainda os livros “1612: os papagaios amarelos na Ilha do Maranhão e a fundação de São Luís”, e “Mario Meireles: Historiador e Poeta”. Outro livro a ser lançado é “(Des) Histórias”, do escritor Eudes Alencar, às 20h, no estande da Rede deEducadores em Museus do Maranhão.

José Ewerton Neto revelou que está reeditando sua obra “ABC Bem Humorado de São Luís” devido à grande aceitação pelo público, razão pela qual precisou renovar o estoque nas livrarias Vozes e Leitura. Com ilustrações de Davi Coelho, o livro é uma visão satírico-interpretativa de aspectos e fatos do cotidiano e da história de São Luís, sendo atrativa para maranhenses e turistas. “Abordo renovação de costumes, choque de gerações, emancipação feminina, aspectos do cotidiano da cidade e que estavam perdidos pela rapidez da evolução dos costumes, especialmente na virada do século”, disse o autor, acrescentando que incluiu lendas, trânsito e até times de futebol.

A promotora de Justiça e escritora Ana Luiza Almeida Ferro lançará as obras “Mário Meireles: historiador e poeta” (2015, 134 p.) e “1612: os papagaios amarelos na Ilha do Maranhão e a fundação de São Luís” (2014, 776 p.), ambas pela Editora Juruá, de Curitiba. O primeiro livro é uma homenagem ao centenário de nascimento do renomado historiador maranhense, autor de mais de 30 livros e patrono da Cadeira nº 31 da Academia Ludovicense de Letras, ocupada pela jurista, que é um dos membros fundadores da instituição. O prefácio é de Carlos Gaspar. Mário Meireles, a propósito, é um dos homenageados da Feira (in memoriam).

Fundação – Já a obra “1612: os papagaios amarelos na Ilha do Maranhão e a fundação de São Luís”, com prefácios dos historiadores Lucien Provençal, Vasco Mariz e Antonio Noberto e apresentação de Wilson Ferro, versa sobre os primórdios do Maranhão e de São Luís, tendo sido recentemente distinguida com a Menção Honrosa do Prêmio Pedro Calmon 2014, do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro. Além da abordagem histórica sobre a França Equinocial e a fundação da cidade de São Luís pelos franceses no ano de 1612, baseada em pesquisa de quase três anos, o livro inclui documentos históricos, como as Leis Fundamentais decretadas na Ilha do Maranhão e o interrogatório dos prisioneiros franceses da Batalha de Guaxenduba, além de poemas em homenagem a São Luís.

Ana Luiza Almeida Ferro é promotora de Justiça, professora universitária, conferencista, escritora, historiadora, poeta e membro de Honra da Sociedade Brasileira de Psicologia Jurídica.

Robson Miguez apresenta seus dois livros, sendo que um deles, “O Teatro do Absurdo”, com caráter histórico-poético, chega a sua terceira edição. A obra é relançada com poemas a mais. Robson Miguez é autodidata, poeta, escritor, cronista, prosador, compositor e cantor. A programação no Café Literário do Centro de Criatividade Odylo Costa, filho, inclui ainda debate sobre o tema “Ativismo e Poesia: Estética do Desassossego”, com Marcelo Yuka e mediação de Tatiana Pereira.

O livro de Eudes Alencar é uma coletânea de crônicas escritas em coluna assinada pelo escritor e publicada de 2008 a 2015 no Jornal Pequeno, na qual publicava histórias recontadas, as (des) históricas, a partir de notícias reais publicadas nos jornais e na internet, reveladoras da tragicomicidade inerente à vida. “Devo ao escritor gaúcho Moacyr Scliar a inspiração. O versátil escritor brasileiro prolífico em muitas formas de literatura, escrevia na Folha de São Paulo”, disse o autor. l

Serviço

O quê

Programação de lançamentos e debates na Feira do Livro de São Luís

Quando

Hoje, a partir das 17h

Onde

Centro Histórico

Leia mais notícias em OEstadoMA.com

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Carrinho de compras