José Francisco das Chagas

Biografia

Nasceu no sítio Aroeiras, município de Santana dos Garrotes-PB, a 29 de outubro de 1924. Filho de Francisco das Chagas Firmo e de Diana Capitulina das Chagas. Fez, na Paraíba, os estudos do curso fundamental e, em Teresina e São Luís, os do curso médio. Radicado no Maranhão desde 1948.

Membro de família camponesa, em algumas ocasiões precisou interromper seus estudos para ajudar os pais na agricultura. Não pôde realizar o sonho de tornar-se químico industrial. Funcionário da Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (aposentado), exerceu, depois, diversos cargos em comissão na Administração Pública. Foi vereador à Câmara Municipal de São Luís, onde também serviu como diretor da Secretaria-Geral.

Jornalista profissional, exerceu as funções de técnico em Comunicação Social da Universidade Federal do Maranhão, até aposentar-se. Manteve por mais de sessenta anos, marcante presença na imprensa de São Luís, sendo considerado o cronista da capital maranhense. Foi colaborador permanente do Jornal do Dia e de O Estado do Maranhão, função que anteriormente desempenhou em muitos outros órgãos da imprensa maranhense.

Por sua obra em prosa e verso é considerado dos principais cronistas e poetas de São Luís. Têm inéditos e em elaboração, diversos livros de poesia. Suas crônicas dariam matéria para mais de dez volumes.

Bibliografia

a) poesia: Canção da expectativa. São Luís: Tip. São José, 1955; O discurso da ponte. São Luís: SEC, 1959; O caso da ponte de São Francisco. São Luís: Fernandes Editora, 1964 (2ª ed. rev. e aument., 1965); Os telhados. São Luís: Tip. São José, 1965 (2ª ed. acresc. da 2ª parte, São Luís: Departamento de Cultura do Estado, 1972; 3ª ed., no volume Poesia reunida; 4ª ed., São Luís: Edições AML, 1999); Maré/memória. São Luís: 1973; Lavoura azul. Rio de Janeiro: Civilização/INL, 1974; Colégio do vento. São Luís: 1974 (2ª ed., São Luís: Sioge, 1977; 3ª ed., São Luís: Ed. Sioge, 1980; 4ª ed., São Luís: Ed. AML, 2013); Maré de moça. São Luís: Sioge, 1977; Pão e água. São Luís: Sioge, 1978; Os canhões do silêncio. São Luís: Surcap/Sioge, 1979 (3ª ed., São Paulo: Siciliano, 2002). (Todos estes livros estão no volume intitulado Poesia reunida. São Luís: Sioge, 1980. XL+597p., com cad. iconográfico); De lavra e de palavra ou campoemas. São Luís: 1980 (2ª. ed. São Luís: Sotaque Norte, 2002); Maré de aço (onda de alumínio) ou o naufrágio da Ilha. São Luís: 1983; A cor do puro. São Luís: Legenda, 1983; Cem anos de infância ou o poeta e o rio. São Luís: Secma/Sioge, 1985; Águas de silêncio. São Luís: Secma, 1987; A arcada do tempo. São Luís: [1988]; Antropoema ou o signo da humana dor. São Luís: [1988]; Alcântara; negociação do azul ou a castração dos anjos. São Luís: AML/Sioge, 1994; Apanhados do chão. São Luís: Edufma, 1994; Tabuada de memória. São Luís: Sotaque Norte, 1994; A mão do presidente ou impressões digitais de uma época. São Luís: Legenda, 1995; O fio-dental. São Luís: Edições AML [1997]; Antologia poética. São Luís/Rio de Janeiro: Edufma/Topbooks, 1998; Os azulejos do tempo (patrimônio da humana idade). São Luís: Sotaque Norte, 1999; Versos de Natal. São Luís: Edições AML, 2002; Poema da Lagoa. São Luís: Sotaque Norte, 2004; Portugal (discurso em versos). São Luís: Edições AML, 2008.

b) prosa: Pedra de assunto (crônicas). Rio de Janeiro: Tip. São José, 1961; Um homem debaixo de seu chapéu (discurso de posse na AML). São Luís: Legenda, 1975; De Píndaro à raposa ou Castro Alves! quem diria… acabou num aranhol. São Luís: 1977 (coautoria com Jomar Moraes); São Luís com S. São Luís: AML/ UFMA, 1984 (coautoria com Mário M. Meireles e Manuel Lopes); As armas e os barões assassinalados. São Luís: Sotaque Norte, 2000; Da arte de falar bem (crônicas). São Luís: Instituto Geia, 2004.

Discursos de Posse

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Iconografia

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